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O que músicos e artistas africanos que chegaram a São Paulo nos últimos anos trazem em sua bagagem? Que impactos produzem nos mundos artísticos e nas lutas sociais na cidade?

 

site Afro-Sampas reúne, em filmes e ensaios, a música e a arte que nasce dos encontros entre africanos e outros habitantes desta megalópole.

 

Visite e assista na íntegra o documentário Woya Hayi Mawe – Para onde vais?, estrelando a moçambicana Lenna Bahule, e o curta Tabuluja (Acordem!), com o congolês Shambuyi Wetu. Conheça também Afro-Sampas, o encontro de Lenna, Yannick Delass (República Democrática do Congo), Edoh Amassize e Sassou Espoir Ametoglo (Togo) com os brasileiros Ari Colares, Chico Saraiva e Meno Del Picchia. E acesse ensaios fotográficos, registros de performances e mais.

 

Afro-Sampas é resultado do projeto “Fazer musical e patrimônio cultural africano em São Paulo”, desenvolvido pelos antropólogos Rose Satiko Gitirana Hikiji e Jasper Chalcraft junto ao Projeto Temático Fapesp “O musicar local: novas trilhas para a Etnomusicologia” (2016/05318-7), e conta com apoio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo por meio do 5º EDITAL SANTANDER/USP/FUSP de Fomento às Iniciativas de Cultura e Extensão.

O livro, que acaba de sair pelo selo ABA publicações, está disponível no site da ABA: http://www.aba.abant.org.br/publicacoes - os títulos do volume estão organizados em ordem alfabética. Acesse diretamente neste link!

O filme etnográfico “Canto de Família”, de Paula Bessa Braz, doutoranda do PPGAS, e Mihai Andrei Leaha, pós-doutorando, teve sua estreia no festival In-Edit Brasil de Documentário Musical. O longa foi realizado junto ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP e com o apoio do LISA, a partir da pesquisa conduzida por Paula durante seu mestrado sobre o “musicar afetivo” que habita a casa e o cotidiano da Família Cruz na periferia de Fortaleza.
O filme recebeu menção especial do júri, com destaque para a forma sensível e direta com que aborda a vida da família e sua relação singular com a música, que se revela nas sutilezas, nos gestos, nas palavras e nos sons.

O filme estará disponível online e gratuitamente até 30/06 na plataforma do In-Edit, e, a partir de então, estará em exibição por três meses na plataforma do SPCine.

https://br.in-edit.tv/film/243

Evento (4/6/2021) com a presença do Prof. João Baptista Borges Pereira, sobre o papel do Prof. Egon Schaden na fundação, em 1953, e na atuação como editor, durante muitos anos, da Revista de Antropologia (DA/FFLCH/USP), primeiro periódico de Antropologia do Brasil: https://www.youtube.com/watch?v=6rvqH89uuu8

Novo prazo para submissões: 16/05/2021

Saiba mais no site da GIS: www.revistas.usp.br/gis

Instigados pelos saberes religiosos inteligíveis e sensíveis das religiões tradicionais e das diversas formas de pertencimento espiritual que escapam à estrutura formal religiosa, mas conectam o ser humano com aquilo que ele chama de sagrado, buscamos neste dossiê construir um mapa das representações que perpassam suas imagens, suas performances que evidenciam rituais e pertencimentos sagrados. As formas expressivas ganham nuances diferenciadas em espaços religiosos, tendo em vista determinadas restrições, o que faz com que o pesquisador tenha que lançar mão de estratégias estéticas e de pesquisa diferenciadas para compor seu universo imagético e performático. O universo simbólico dos rituais religiosos, as digressões entre religião e política, as expressões de decolonialidade, o corpo entregue à devoção e outras análises que envolvam discussões sobre expressões sensíveis por meio de imagens, performances, poesias etc., serão bem vindas.

Submissões e diretrizes para autoreswww.revistas.usp.br/gis/submissions​​​​​​​


EQUIPE EDITORIAL
Editora-chefe: Sylvia Caiuby Novaes
Coordenadora Editorial: Paula Morgado
Editor Responsável vol 6: Francirosy Campos Barbosa (USP), Pedro Simonard (UNIT),  Rubens Alves da Silva (UFMG)
Secretário Executivo: Lucas Ramiro
 
Comitê Editorial: Andrea Barbosa, Edgar Teodoro da Cunha, Érica Giesbrecht, Francirosy Campos Barbosa, John Cowart Dawsey, Paula Morgado, Rose Satiko Gitirana Hikiji, Sylvia Caiuby Novaes, Vitor Grunvald

Nosso curso de Ciências Sociais (do qual faz parte a Antropologia) obteve honrosa classificação entre 2.680 instituições do ranking da SCImago: https://www.fflch.usp.br/6354

Estão abertas as inscrições para participação no Grupo Reflexivo de Apoio à Permanência. 

O GRAPUSP (Grupo Reflexivo de Apoio à Permanência na Universidade de São Paulo) trabalha, desde maio de 2019, com a temática dos vínculos no espaço universitário. Os encontros de uma hora e meia são semanais, conduzidos por psicólogos e estudantes de Psicologia. O grupo é um espaço aberto e gratuito para os estudantes de todos os cursos, da graduação e da pós graduação da USP, com exceção do Instituto de Psicologia, mediante inscrição prévia e segue operando online durante a pandemia covid-19 .
O GRAPUSP é indicado para as pessoas que queiram entender e encontrar possibilidades psicológicas e afetivas de estar na USP. Ele surge como proposta de um espaço que cultive relações saudáveis, permita a fala e troca de experiências, para que também seja possível encontrar vivências comuns, criar uma comunidade dentro da USP, que pode parecer um lugar hostil em muitos momentos.
É um atendimento psicológico em grupo, mas não é psicoterapia. Os encontros são exclusivamente verbais ou mediados por fotos. O objetivo é refletir sobre o vínculo com a Universidade, procurando atenuar os sofrimentos que podem ter origem nessa relação.

Segue o formulário para inscrição.

”Nova Iorque, mais uma cidade”, filme dos antropólogos e documentaristas brasileiros André Lopes (doutorando PPGAS-USP) e Joana Brandão (UFSB), foi contemplado no último sábado, 27 de março, com o prêmio de melhor curta-documentário no festival internacional de cinema etnográfico do Royal Anthropological Institute (RAI). O filme foi contemplado pelo Marsh Short Filme Prize que premia "o curta-documentário mais notável em antropologia ou arqueologia", segundo as palavras do festival. O RAI é um dos maiores e mais importantes festivais de cinema etnográfico do mundo, tendo recebido em 2021 inscrições de filmes de 75 países. O filme foi a única obra brasileira contemplada com premiação no festival.

“Nova Iorque, mais uma cidade” (2019, 18 min) relata a experiência da cineasta indígena brasileira Patrícia Ferreira Para Yxapy em Nova Iorque e suas reflexões ao visitar o Museu Americano de História Natural. Ao desconstruir as estratégias coloniais de representação do grande museu através do olhar da própria Patrícia, o documentário é um exercício de antropologia reversa, em que as formas ocidentais de pensar e representar os povos indígenas são escrutinadas pelas poderosas falas da cineasta indígena. As contradições da vida na metrópole norte-americana e dos não indígenas em geral também são abordadas pela jovem liderança do povo Mbya Guarani em comparação aos modos de existência de seu povo.

André Lopes é orientado no doutorado pelo professor Renato Sztutman no Departamento de Antropologia Social da Universidade de São Paulo, e, assim como Joana Brandão, realizou o filme durante um período de pesquisa no exterior, quando os cineastas permaneceram como pesquisadores visitantes no Departamento de Antropologia da Universidade de Nova Iorque, sob orientação da professora Faye Ginsburg. Ambos contaram com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Assista o trailer do filme no link:

https://www.youtube.com/watch?v=raMMGOBxmZY&t=14s

O filme completo está disponível por tempo limitado no link:

https://amotara.org/portfolio/new-york-just-another-city/

Acaba de ser publicado o volume 2 da revista Trajectoria, do Museu Nacional de Etnologia (Minpaku), de Osaka (Japão). O volume, organizado por Mihai Leaha, pós-doutorando no Departamento de Antropologia da USP, é intitulado "Confronting Museums: Collaboration, Reception, and Experiment in “Tabuluja (Wake Up!)” and “New York, just another city”". Dois filmes realizados por pesquisadores do Departamento de Antropologia da USP integram o volume, que traz também uma discussão com os realizadores e protagonistas,  André Lopes Neves, doutorando no PPGAS-USP, Joana Brandão e Patrícia Ferreira Pará Yxapy (New York, just another city) e Rose Satiko Hikiji, professora do Departamento de Antropologia, Jasper Chalcraft e Shambuyi Wetu (Tabuluja - Wake up!). https://trajectoria.minpaku.ac.jp/

Saiba mais no site da GIS: www.revistas.usp.br/gis

Instigados pelos saberes religiosos inteligíveis e sensíveis das religiões tradicionais e das diversas formas de pertencimento espiritual que escapam à estrutura formal religiosa, mas conectam o ser humano com aquilo que ele chama de sagrado, buscamos neste dossiê construir um mapa das representações que perpassam suas imagens, suas performances que evidenciam rituais e pertencimentos sagrados. As formas expressivas ganham nuances diferenciadas em espaços religiosos, tendo em vista determinadas restrições, o que faz com que o pesquisador tenha que lançar mão de estratégias estéticas e de pesquisa diferenciadas para compor seu universo imagético e performático. O universo simbólico dos rituais religiosos, as digressões entre religião e política, as expressões de decolonialidade, o corpo entregue à devoção e outras análises que envolvam discussões sobre expressões sensíveis por meio de imagens, performances, poesias etc., serão bem vindas.

Prazo para submissões:30/04/2021

Submissões e diretrizes para autoreswww.revistas.usp.br/gis/submissions

 


EQUIPE EDITORIAL
Editora-chefe: Sylvia Caiuby Novaes
Coordenadora Editorial: Paula Morgado
Editor Responsável vol 6: Francirosy Campos Barbosa (USP), Pedro Simonard (UNIT),  Rubens Alves da Silva (UFMG)
Secretário Executivo: Lucas Ramiro
 
Comitê Editorial: Andrea Barbosa, Edgar Teodoro da Cunha, Érica Giesbrecht, Francirosy Campos Barbosa, John Cowart Dawsey, Paula Morgado, Rose Satiko Gitirana Hikiji, Sylvia Caiuby Novaes, Vitor Grunvald