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Auditório do LISA. Rua do Anfiteatro, 181, Favo 10, USP.

"Nossas palavras não são conceitos": Por uma ecologia dos modos de pensar

A partir de uma experiência histórica específica - a irrupção, nas universidades brasileiras, de políticas de ação afirmativa que envolvem cotas para minorias, encontros de saberes e , mais recentemente, as chamadas cotas epistêmicas -, esta apresentação (que faz parte de um trabalho em andamento em colaboração com Vladimir Moreira Lima, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro), analisa criticamente o postulado de que diferentes modos de pensar são em essência, equivalentes. A partir daí, propõe uma perspectiva ecológica, que leve em conta os diferentes meios de pensamento em que tais modos operam, buscando, assim, realçar sua não equivalência essencial, pensada como multiplicidade e como condição de…

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Sede do CEstA: Rua do Anfiteatro, 181, Colmeia - Favo 8 Cidade Universitária, São Paulo-SP

CEstA Dupla com Ana Carolina Beserra da Silva e Laura Pereira Furquim
20/03/2026, às 17h30

Ana Carolina Beserra da Silva
Ana é bacharela e licenciada em história e finalizou recentemente o mestrado no Programa de Pós-Graduação em História Social (PPGHS/USP), com pesquisa voltada para documentos produzidos pela Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), em sua luta por território nas décadas de 1980, 1990 e 2000. É pesquisadora vinculada ao Centro de Estudos Mesoamericanos, Amazônicos e Andinos (CEMAA) e faz parte da equipe do Centro de Formação do Museu das Culturas Indígenas de SP (MCI).

Territorializações em disputa: estratégias de uma federação indígena no apagar das luzes da ditadura civil-militar na região do Rio Negro

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Sala 8 - Prédio de Ciências Sociais FFLCH/USP (Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 - Butantã/SP)

A proposta da Sexta do Mês de março, evento organizado por discentes do PPGAS-USP, pretende reunir pesquisadories transmasculines e ativistas para debater sobre a relação do pensamento transmasculino e não-binário na e com a Universidade, as repercussões e rememoração das pessoas presentes no Primeiro Encontro Nacional de Homens Trans e Pessoas Transmasculinas – ENAHT (11 anos depois), discutir processos de autodenominação e nomeação, a histórica presença de transmasculinades negras na organização do movimento social, assim como as experimentações corporais e territoriais possíveis a partir das transmasculinidades.

A mesa terá como norte as questões: Por que corpos transmasculinos e não-binários vão às ruas e que saberes e mundos fabulam? Como se intercalam regimes de…

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