Histórico de Eventos DA

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Auditório do LISA

Convidamos você para o seminário "Etnomusicologia Negra: encruzilhada de saberes e o legado africano nos estudos musicais" com a presença do professor Pedro Acosta (Universidade Federal da Bahia - UFBA), organizado pelos grupos Pesquisas em Antropologia Musical (PAM-USP), Coletivo de Etnomusicologia Negra (CEN-UFBA) e pelo projeto Memória Negra na FFLCH.

O evento propõe compartilhar experiências de Etnomusicologia Negra por meio da agência histórica das pessoas negras nos estudos musicais, arte e cultura. Esse projeto realizado no Brasil juntamente com a comunidade dos estudos em Música, Dança e Artes Dramáticas Africanas enfatiza o legado de produção de conhecimentos africano e negro em suas formas plurais de expressões, bem como as epistemologias que envolvem cada uma de suas práticas e produção de conhecimento, seja este comunitário ou acadêmico.

Data: 16 de abril de 2026 (quinta-feira)

16h | Roda de conversa sobre pesquisas em música (com professores Pedro Acosta, Rafael B. A. Norberto e Rose Satiko Gitirana Hikiji)
18h | Seminário "Etnomusicologia Negra: encruzilhada de saberes e o legado africano nos estudos musicais" 

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Sede do CEstA: Rua do Anfiteatro, 181, Colmeia - Favo 8 Cidade Universitária, São Paulo-SP

Fernanda Aires Bombardi
Doutora em História Social pela USP e professora do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará, atuando na cidade de Cametá. Tem experiência em América indígena colonial, focando no estudo das missões religiosas e redes comerciais indígenas de longa distância na Amazônia dos séculos XVII e XVIII.

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Auditório do LISA. Rua do Anfiteatro, 181, Favo 10, USP.

PAM - Pesquisas em Antropologia Musical
convida para conversa e palestra com o Prof. Dr. Tiago de Oliveira Pinto:

Roda de conversa com pesquisadores (14h)
Palestra (16h): Música, Recôncavo, Patrimônio Vivo – uma trajetória musicológica


Nesta palestra pretendo seguir o percurso da minha própria trajetória enquanto antropólogo, músico e musicólogo, para, a partir do Recôncavo Baiano, onde comecei a trabalhar em 1982, esboçar um campo de pesquisa que têm evoluído, também em relação aos agentes culturais, e onde o aporte acadêmico inclui, necessariamente, a interação com muitas das questões prementes do mundo atual.

Tiago de Oliveira Pinto é Professor Titular da primeira Cátedra UNESCO em musicologia, vinculada aos Estudos Musicais Transculturais da University of Music Franz Liszt Weimar, Alemanha, onde atua desde 2009.

Em 2025 assumiu a Musical Heritage Chair da Kronberg Academy, Alemanha. Os seus atuais focos de investigação, ensino e projetos internacionais concentram-se nos
Estudos Transculturais em música e música enquanto património cultural vivo. Realizou pesquisas de colaboração internacional no Afeganistão, Etiópia, Turquia, África do Sul, Alemanha, Colombia e Brasil.

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Sala 8 - Prédio de Ciências Sociais FFLCH/USP (Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 - Butantã/SP)

A proposta da Sexta do Mês de março, evento organizado por discentes do PPGAS-USP, pretende reunir pesquisadories transmasculines e ativistas para debater sobre a relação do pensamento transmasculino e não-binário na e com a Universidade, as repercussões e rememoração das pessoas presentes no Primeiro Encontro Nacional de Homens Trans e Pessoas Transmasculinas – ENAHT (11 anos depois), discutir processos de autodenominação e nomeação, a histórica presença de transmasculinades negras na organização do movimento social, assim como as experimentações corporais e territoriais possíveis a partir das transmasculinidades.

A mesa terá como norte as questões: Por que corpos transmasculinos e não-binários vão às ruas e que saberes e mundos fabulam? Como se intercalam regimes de invisibilidade e de vigilância em transmasculidades negras?

👥 Convidades:
* Camilo Nunes – Historiador e psicanalista, estudante de Direito, articulador político da Casa Neon Cunha e membro do IBRAT SP.
* Morgan Caetano – Não-binárie transmasculino e doutorande em pelo PPGAS-USP.

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Sede do CEstA: Rua do Anfiteatro, 181, Colmeia - Favo 8 Cidade Universitária, São Paulo-SP

CEstA Dupla com Ana Carolina Beserra da Silva e Laura Pereira Furquim
20/03/2026, às 17h30

Ana Carolina Beserra da Silva
Ana é bacharela e licenciada em história e finalizou recentemente o mestrado no Programa de Pós-Graduação em História Social (PPGHS/USP), com pesquisa voltada para documentos produzidos pela Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), em sua luta por território nas décadas de 1980, 1990 e 2000. É pesquisadora vinculada ao Centro de Estudos Mesoamericanos, Amazônicos e Andinos (CEMAA) e faz parte da equipe do Centro de Formação do Museu das Culturas Indígenas de SP (MCI).

Territorializações em disputa: estratégias de uma federação indígena no apagar das luzes da ditadura civil-militar na região do Rio Negro

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Auditório do LISA. Rua do Anfiteatro, 181, Favo 10, USP.

"Nossas palavras não são conceitos": Por uma ecologia dos modos de pensar

A partir de uma experiência histórica específica - a irrupção, nas universidades brasileiras, de políticas de ação afirmativa que envolvem cotas para minorias, encontros de saberes e , mais recentemente, as chamadas cotas epistêmicas -, esta apresentação (que faz parte de um trabalho em andamento em colaboração com Vladimir Moreira Lima, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro), analisa criticamente o postulado de que diferentes modos de pensar são em essência, equivalentes. A partir daí, propõe uma perspectiva ecológica, que leve em conta os diferentes meios de pensamento em que tais modos operam, buscando, assim, realçar sua não equivalência essencial, pensada como multiplicidade e como condição de agenciamentos criativos.

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Período:
Período
11/03/2026 até 13/03/2026
Universidade de São Paulo (USP), São Paulo Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Santos Aldeia Guarani Tekoa Mirim, Praia Grande

Simpósio Internacional
Atlântico Indígena

Universidade de São Paulo (USP), São Paulo
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Santos
Aldeia Guarani Tekoa Mirim, Praia Grande
11 a 13 de março 2026

Apoio Projeto EDGES
Organizadores:
Susana Matos Viegas (ICS-ULisboa, EDGES)
Valéria Macedo (UNIFESP)
Marta Amoroso (USP)
Maria Inês Ladeira (CTI)
Thiago Mota Cardoso (UFAM/EDGES)

Organização: EDGES, CEstA, CTI, LINDI - Cátedra Kaapora/UNIFESP, BNDS / FAM

Locais:
Dia 11 – USP - LISA (manhã) e CEstA (tarde): Rua do Anfiteatro, 181, Colmeia favo 8, Cidade Universitária, São Paulo - SP
Dia 12 – UNIFESP - Parque Tecnológico: Rua Henrique Porchat, 47, bairro Vila Nova, Santos - SP
Dia 13 - Aldeia Tekoa Mirim - Rua Serra da Leoa, s/nº, paralela à Rodovia Governador Mário Covas (Padre Manoel da Nóbrega), Praia Grande - SP



Apresentação:

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Sala 266 – Prédio das Letras - FFLCH-USP

ATIVISMO FEMINISTA EM REDES SOCIAIS
Conversa entre Gabriela Silva Loureiro e Heloisa Buarque de Almeida
27 de fevereiro de 2026
16h
Sala 266 – Prédio das Letras - FFLCH-USP
Que emoções estão presentes na construção e na manutenção da solidariedade feminista brasileira? O que fazer quando expectativas de apoio emocional batem de frente com uma divergência política?
Nesta conversa, Gabriela Silva Loureiro dialoga com Heloisa Buarque de Almeida sobre seu livro Emotions, Consciousness-Raising and Feminisms in the Global South: On Building Solidarity (Routledge, 2025).
O livro examina essas questões por meio de entrevistas e da análise de discurso das hashtags brasileiras #PrimeiroAssédio e #MeuAmigoSecreto, articulando teoria feminista negra, feminismo latino-americano, sociologia das emoções e teoria descolonial.
Gabriela Silva Loureiro é professora de Gênero, Sexualidade e Diversidade na La Trobe University. Pesquisa feminismos, estudos queer, anti-racismo, decolonialidade e sociologia das emoções.
Heloisa Buarque de Almeida é professora do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP). Pesquisa feminismos, mídia e marcadores sociais da diferença.

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Online

Inspirados pelo movimento mundial da Ciência Aberta (Open Science), que tem como objetivo tornar a pesquisa científica mais transparente, colaborativa e acessível a todas as pessoas, nesta edição da Sexta do Mês realizaremos um encontro para o compartilhamento de experiências voltadas ao processo de feitura de editoriais de periódicos científicos, bem como a toda a engrenagem que move e sustenta uma revista e à retroalimentação dialética entre editores, autores e leitores. Os periódicos científicos funcionam não apenas como repositórios de produção de pesquisa, mas também desempenham um papel fundamental na democratização e circulação de novos conhecimentos e de novas e novos pesquisadores, sobretudo os periódicos antropológicos de excelência situados no eixo Sul-Sudeste. Nesta mesa, serão abordadas as diferentes políticas editoriais adotadas nos periódicos aos quais as pessoas editoras convidadas estão vinculadas, assim como os desafios da contemporaneidade enfrentados pelas revistas no que concerne à divulgação e à comunicação científica.

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Centro MariaAntonia da USP Rua Maria Antonia, 294, Vila Buarque, São Paulo, SP

14 h - Painel: As divindades cacadoras nas tradições de matriz africana no Brasil com Mãe Zana, Tata Katuvanjesi (Walmir
Damasceno) e Doté Jorge Gbadesi.
Mediação: Juliane Olivia dos Anjos (FEUSP).

15h40 - Painel: Cosmopercepções afrobrasileiras e a natureza viva do mundo com Cláudia Alexandre (Pós-Doc-USP), José
Pedro da Silva Neto (PPGAS-USP) e Vagner
Gonçalves da Silva (FFLCH-USP).
Mediação: Rosenilton Silva de Oliveira
(FEUSP).

17h30 - Lançamento do Livro "Oxóssi, o divino caçador" - Pallas Editora
10/12/2025 das 14h às 19h

Centro MariaAntonia da USP
Rua Maria Antonia, 294, Vila Buarque, São Paulo, SP