DA na mídia

Diversidade em Ciência #7: Rose Satiko fala sobre a produção cultural africana na cidade de São Paulo

No programa  Diversidade em Ciência da Radio Usp FM, Ricardo Alexino Ferreira entrevista Rose Satiko Gitirana Hikiji, professora do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
Ela fala sobre o lançamento do site multimídia Afro-Sampas, que resgata a resistência dos africanos em São Paulo para o reconhecimento de suas humanidades e cidadanias através de manifestações artísticas. Confira neste link!

Site Afro-Sampas é notícia no Jornal da USP

Link para o artigo do JUSP: https://jornal.usp.br/?p=440977

Enciclopédia de Antropologia no Jornal da USP

Enciclopédia virtual de Antropologia une ensino, pesquisa e extensão universitária
Alunos e professores da USP trabalham os temas e verbetes com rigor científico e buscam levar o conhecimento da área em linguagem acessível para o público

https://jornal.usp.br/universidade/enciclopedia-virtual-de-antropologia…

#ShutDownAcademia: o movimento antirracista no mercado editorial

No Boletim n. 44, Laura Moutinho (USP) relata os desdobramentos no meio acadêmico estadunidense do movimento Black Lives Matter, através das hashtags criadas pelo STEM, sigla em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática, que paralisou em junho de 2020 o mercado editorial acadêmico. A autora aponta que a discussão racial no meio científico reposiciona a ciência como entidade capaz de impactar nos debates travados na sociedade, produzindo novas subjetividades; e reforça a importância da interseccionalidade do debate racial às questões de gênero, uma vez que há no meio acadêmico a sub-representação das mulheres, especialmente, as não brancas. Acesse…

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Como trabalhadoras do sexo no Brasil vêm conquistando direitos pelo sindicato
Entrevista colaborativa que conta com a participação de Letizia Patriarca. Esta entrevista é fruto do encontro entre a Associação de Trabalhadores e Trabalhadoras Sexuais da Jamaica (SWAJ) com a Associação Mulheres Guerreiras, que luta por melhores condições de trabalho e respeito a profissionais do sexo em Campinas (SP). Realizada no bairro de prostituição Jardim Itatinga, que apresenta diversas modalidades de trabalho sexual, a entrevista com a ativista Betania Santos conta sobre o histórico de luta da associação e tentativas de reconhecimento da categoria por sindicatos. Também aborda a discussão sobre a regulamentação do trabalho sexual para combater situações de maior vulnerabilidade e violências às quais podem estar sujeitas diante de políticas de não reconhecimento legal da… mais
Matéria no jornal inglês "The Guardian" entrevista pesquisador do PPGAS

O jornal Inglês "The Guardian" publicou recentemente matéria sobre resistência indígena com música, que conta com entrevista de Klaus Wernet, doutor pelo PPGAS-USP, que fez sua tese sobre música contemporânea guarani.

Confira no a matéria no website do The Guardian!

https://www.theguardian…

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A sobreposição de um parque nacional e uma estação ecológica a territórios tradicionalmente ocupados nos médios cursos do rio Xingu e Iriri, estado do Pará.

Saiu no nexo a pesquisa ainda em andamento, orientada pela professora Ana Cláudia Marques, que trata de um conflito envolvendo a sobreposição de um parque nacional e uma estação ecológica a territórios tradicionalmente ocupados nos médios cursos do rio Xingu e Iriri, estado do Pará. Trabalho em especial com famílias que se identificam como beiradeiras, com foco nas conexões entre territorialidade e formas de resistência nos marcos desse conflito. A pesquisa é feita pela pesquisador Natalia Guerrero.

Para acessar a mateŕia completa clique aqui.

A presença do funk nas comemorações da cidade após a tragédia em 2019 que levou à morte de 9 jovens inocentes pela polícia.

A Folha de São Paulo publicou, no mês de janeiro de 2020, uma reportagem assinada pelo pesquisador doutorando pelo PPGAS Meno del Picchia, junto com a jornalista Nina Rahe sobre a presença do funk nas comemorações da cidade após a tragédia em 2019 que levou à morte de 9 jovens inocentes pela polícia.

A pesquisa buscou compreender o funk em São Paulo sob a luz da antropologia da música, em especial, a partir do conceito de musicar do neozelandês Christopher Small. O musicar funk não é a mesma coisa que a música funk. A música é o objeto sonoro, a gravação, o fonograma. O musicar fala de todo tipo de engajamento observado numa determinada manifestação sonora-musical, e de todos os atores envolvidos (no caso do fluxo de funk, por exemplo, desde os donos dos bares vendendo bebida,…

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Núcleo de Artes Afro-Brasileiras da USP na revista USP INTEGRAção

Saiu, no número 4 da revista INTEGRAção uma reportagem sobre o Núcleo de Artes Afro-Brasileiras da USP dirigido pelo Mestre Pinguim, e coordenado com o apoio docente de John Dawsey, professor titular do Departamento de Antropologia!

Confira a matéria neste link da revista USP INTEGRAção n. 4!

Conheça a revista USP INTEGRAção em http://cultura.usp.br/revista/

"A Festa da Moça Nova" na Agência FAPESP

A despeito de todas as pressões da sociedade que o circunda, o povo Ticuna – que habita o Alto Solimões, na tríplice fronteira Brasil-Peru-Colômbia – preservou uma de suas cerimônias mais importantes, a Festa da Moça Nova. Confira no vídeo e na reportagem de José Tadeu Arantes: …

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