DA na mídia

O Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (Lisa) da USP tem um acervo de aproximadamente 2 mil filmes, 25 mil fotografias e 700 horas de registros sonoros.
Ele funciona como um centro de apoio e fomento às pesquisas, preservação de acervos, difusão e formação em Antropologia.
Compartilhe o vídeo com quem precisa conhecer esse trabalho incrível: https://www.youtube.com/watch?v=itpQhblmrq8
Acesse a postagem do perfil @usp.oficial no Instagram: https://www.instagram.com/p/DRsJz3Nkckz/

Filme produzido em laboratório da USP estreia nas redes sociais

No Dia da Consciência Negra, o Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (Lisa) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP disponibiliza nas redes sociais o filme “São Palco – Cidade Afropolitana”

O filme São Palco – Cidade Afropolitana poderá ser visto nas redes sociais a partir deste dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. O filme é dirigido Rose Hikiji e Jasper Chalcraft, ambos do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (Lisa) do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

O filme recebeu em junho deste ano o Prêmio do Público de Melhor Longa-Metragem na 14ª Mostra Ecofalante de Cinema e o Prêmio Ana Galano de melhor longa-metragem da Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (Anpocs). A obra é a quarta produção do projeto “Ser/tornar-se africano no Brasil: Fazer musical e patrimônio cultural africano em São Paulo”, que integrou o projeto temático “O musicar local: novas trilhas para a etnomusicologia”, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A pesquisa buscou estudar a nova geração de músicos africanos que chegou a São Paulo na última década. Rose Hikiji, professora do Departamento de Antropologia, e o antropólogo e documentarista inglês Jasper Chalcraft dirigiram outros três filmes nesse projeto conduzido junto ao temático da Fapesp: Afrosampas, Tabuluja, e Woya Hayi Mawe – Para onde vais?.

Diáspora criativa

São Palco – Cidade Afropolitana aborda a diáspora criativa africana em São Paulo, apresentando artistas como Shambuyi Wetu e Yannick Delass, da República Democrática do Congo, Lenna Bahule, de Moçambique, e Edoh Amassize, do Togo.

O filme apresenta a cidade de São Paulo como um meta-palco ocupado por artistas africanos, em diálogo com a população brasileira e suas aberturas, contradições e tensões.

Este texto foi originalmente publicado pelo Jornal da USP em 19/11/2025, às 19:46. Leia o original no link: https://jornal.usp.br/diversidade/filme-produzido-em-laboratorio-da-usp-estreia-nas-redes-sociais/

O filme São Palco - Cidade Afropolitana pode ser assistido na íntegra a partir de agora no site e no canal do YouTube do LISA-USP. A produção do LISA-USP, dirigida por Jasper Chalcraft e Rose Satiko Gitirana Hikiji, aborda a diáspora criativa africana em São Paulo, apresentando artistas como Shambuyi Wetu e Yannick Delass, da República Democrática do Congo, Lenna Bahule, de Moçambique, e Edoh Amassize do Togo.

O que esses artistas africanos que chegam ao Brasil nos últimos anos carregam consigo na travessia? Como dialogam as diásporas africanas – a nova diáspora criativa e a que fez do Atlântico um cemitério? Que palcos são ocupados, construídos, preenchidos com as performances dos artistas que atravessam o oceano? Ancestralidades atualizadas em performances que constroem um presente afropolitano em uma metrópole em que é necessário ser atrevido, colorir o cinza. São Palco – Cidade Afropolitana apresenta a cidade de São Paulo como um meta-palco ocupado por artistas africanos, em diálogo com a população brasileira e suas aberturas, contradições e tensões.

São Palco - Cidade Afropolitana recebeu o prêmio de melhor longa-metragem na 14a Mostra Ecofalante 2025 e o prêmio Ana Galano na ANPOCS 2025.

O filme foi exibido na terça-feira (18/11) no CINUSP como parte na programação da Presença e Memória Negra na FFLCH: Para além de Novembro, com a presença de Shambuyi Wetu, da diretora e do editor do filme Ricardo Dionisio, do LISA-USP.

Filme na íntegra
Site: https://lisa.fflch.usp.br/sao_palco_cidade_afropolitana
YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=R2QOcMvZiWM

A iniciativa recebeu um vídeo especial de registro produzido pelo Sesc São Paulo, disponível neste link: https://www.instagram.com/reel/DNTmRjfMi4m/?utm_source=ig_web_copy_link

Realizada no distrito da Bela Vista,  no território Bixiga, a caminhada propõe uma imersão no território a partir de sua memória afro-religiosa, conectando temporalidades em pontos como o Sítio Arqueológico Saracura/Vai-Vai e o terreiro Ilê Asé Iyá Osun, fundado há mais de 40 anos.

Para acesso a fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1Ewk7zKMpdv_rmNpFPazUlCFmGR6Fso3…
 

A gravação com a coordenadora do LISA e diretora de “São Palco - Cidade Afropolitana”, Rose Satiko Hikiji, o protagonista Shambuyi Wetu e o editor Ricardo Dionísio, no podcast Intérpretes do Brasil Contemporâneo ganhou destaque na Folha de S. Paulo.

A matéria destaca o poder dos filmes etnográficos na transmissão de conhecimento e discute a atuação de artistas africanos que chegam, no Brasil, "com suas histórias, saberes e práticas criativas",  enfrentam barreiras e "criam palcos de resistência".

O podcast Intérpretes do Brasil Contemporâneo é uma produção da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Coordenado por Júlio César Suzuki, docente do departamento de Geografia, o programa é fruto de um convênio entre a Faculdade e o jornal Folha de S. Paulo.

Confira a matéria completa na Folha:
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/06/pesquisadora-da-usp-…

Assista o episódio completo no YouTube:


A gravação com a antropóloga Sylvia Caiuby Novaes, no podcast Intérpretes do Brasil Contemporâneo, ganhou destaque na Folha de S.Paulo! 

Na matéria, Sylvia é reconhecida por sua sensibilidade e profundidade ao falar sobre o papel do olhar na compreensão das imagens, tema central da conversa no podcast.

Com uma trajetória marcada pela escuta, atenção e crítica visual, Sylvia convida o público a refletir sobre como enxergamos o mundo — especialmente em tempos de excesso de imagens e leituras superficiais.

🗞️ Confira a repercussão na Folha:
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/05/antropologa-da-usp-destaca-sensibilidade-do-olhar-para-compreensao-de-imagens.shtml

🎧 Assista o episódio completo no Youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=t3vIMs__Plg 

 

Enrico Spaggiari tratou de tópicos de sua tese de doutorado e da coorganização da coletânea 'Futebol popular' (publicada com apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, INCT) na referida matéria (1/3/25): https://revistapesquisa.fapesp.br/como-as-mudancas-urbanas-redefinem-o-futebol-de-varzea/

Julio Cesar Talhari tratou de tópicos de sua tese de doutorado (defendida em set./24) sobre o Museu Paulista, em entrevista ao site de Divulgação Científica da FFLCH-USP (14/2/25): https://www.fflch.usp.br/174090