Histórico de Eventos DA
O Ciclo RESPIRO recebe Pedro Branco (Vrije Universiteit Amsterdam) para o encontro “Iniciação à montagem cinematográfica como prática epistêmica”. Uma conversa sobre a colaboração entre cineastas e antropólogos e sobre como a montagem de imagens e sons participa da produção de conhecimento.
A atividade integra o Ciclo de Estudos RESPIRO, iniciativa vinculada ao projeto RESPIRO — Restaurando a Pirodiversidade do Cerrado, Projeto Jovem Pesquisador FAPESP desenvolvido no âmbito do Programa BIOTA-FAPESP. O projeto investiga o papel de povos e comunidades tradicionais na produção, manutenção e restauração da pirodiversidade no Cerrado, articulando antropologia, ecologia do fogo, agrobiodiversidade, sistemas agrícolas tradicionais, sensoriamento remoto, arqueologia, paleoecologia e produção audiovisual. O Ciclo de Estudos RESPIRO conta com o apoio do CHAMA — Coletivo de Antropologia, Ambiente e Biotecnodiversidade, IRL 2034 Mundos em Transição, Programa BIOTA-FAPESP, Laboratório de Imagem e Som em Antropologia — LISA/USP, Centro de Estudos Ameríndios — CEstA/USP, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP — PPGAS/USP e FFLCH/USP.
Mandeí Juma
Liderança indígena Tupi Kawahiva do sul do Amazonas e membro titular da equipe de expedição da Frente de Proteção Etnoambiental Madeira (FUNAI)
Mario Brunoro
Doutorando junto ao NEAI/PPGAS/UFAM, assessor indigenista da Rede Purus do OPI Observatório dos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato
Daniel Cangussu
Doutor em ecologia e Coordenador da Frente de Proteção Etnoambiental Madeira (FUNAI)
Evento organizado pelo GLEE - Grupo de Leitura e Escrita Etnográfica
Atividade presencial
Entrada gratuita, sujeita à limitação do espaço
Não há inscrições
www.cesta.fflch.usp.br
cesta@usp.br
Instagram: cestausp
Pabel C. López Flores
Pesquisador visitante na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), com financiamento da FAPESP. É pesquisador associado do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Desenvolvimento da Universidade Mayor de San Andrés CIDES-UMSA (Bolívia). Foi pesquisador de destaque no Instituto Universitário de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Sevilha. Possui doutorado em Sociologia pela Universidade de Milão "Bicocca" e pela Scuola Normale Superiore (Itália). Foi coordenador dos Grupos de Trabalho "Territorialidades em Disputa" e "Povos Indígenas e Processos de Autonomia" do CLACSO (Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais). Suas principais linhas de pesquisa são os movimentos socioterritoriais e os processos de autonomia indígena na América Latina. Seu trabalho acadêmico nos últimos anos tem se concentrado nas áreas de sociologia política, sociologia dos movimentos sociais, sociologia ambiental e sociologia do território, a partir de uma perspectiva interdisciplinar.
CONVITE | A Sexta do Mês, evento organizado por discentes do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da USP, convida todes para a mesa temática de setembro! ✨
Tema: “Centenário de Darcy Penteado: arte, política e memória LGBT+”
A proposta da Sexta do Mês de setembro é celebrar a memória e o legado político e artístico de Darcy Penteado (1926-1987), compondo um ciclo de eventos que ocorreram ao longo do ano homenageando seu centenário, e também pensar nas condições de produção e preservação da memória LGBT+ no Brasil, ao se colocar no centro do debate a dimensão dos arquivos pessoais.
CEstA Dupla com Gustavo de Godoy e Silva e Ivan Rocha
18/09/2026, às 17h30
Gustavo de Godoy e Silva
Antropólogo com experiência em documentação linguística, com os povos Ka’apor, Mbya e Guató
Documentação linguística Ka’apor e Guató
Apresentação do projeto de documentação do Ka’apor e do Guató. Com o Ka’apor documentamos as duas línguas desse povo, a falada e a de sinais. O acervo do ka’apor falado se concentrou em documentar a mitologia, gravando diferentes versões de mitos com diversos falantes, de diferentes aldeias. O acervo do Guató preocupou-se em documentar uma língua extremamente ameaçada, com apenas dois falantes.
Ivan Rocha
AntropoCena apresenta: Até Onde a Vista Alcança
Exibição do filme e conversa com realizadores
📅 17 de setembro de 2026
🕠 17h30 às 19h30
Após a exibição, Alice Villela e Hidalgo Romero, diretores do filme, participam de uma conversa mediada por Rose Satiko Gitirana Hikiji, professora do depto de antropologia e coordenadora do LISA-USP.
Trailer: https://vimeo.com/1016183696/
AntropoCena é uma iniciativa do LISA e tem como objetivo trazer para o público a produção audiovisual realizada por pesquisadores da USP, por meio de exibições e debates.

EVENTO DE LANÇAMENTO DO 1° DOSSIÊ DE ETNOGRAFIAS DE BOLSO DA CADERNOS DE CAMPO (PPGAS/USP)! 

É com muita alegria que anunciamos o evento de lançamento do primeiro dossiê de Etnografias de Bolso da Cadernos de Campo, intitulado "Excessos, sobras e perturbações no fazer antropológico".
CEstA Dupla com Ana Caroline Arapiun e Eduardo Rosa
04/09/2026, às 17h30
Ana Caroline Arapiun
Mulher indígena arqueóloga da etnia Arapiun. Graduada em Arqueologia na Universidade Federal do Oeste do Pará, realizou sua pesquisa com mulheres e oralidade. Mestre pela Universidade Federal de Sergipe se dedicando a projetos com comunidades tradicionais e zooarqueologia, está realizando o doutorado no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo com temas relacionados a arqueologia indígena e biodiversidade na região do Baixo Amazonas. Atualmente bolsista do projeto Guatá realizado no âmbito Brasil – França, com apoio institucional Département Homme et Environnement do Muséum Institut National Écologie et Environnement do CNRS, UMR 7209 Muséum-CNRS, Bioarch, Bioarqueologia, Interações, Sociedades e Ambientes.
“Peixes e memórias”: caminhos entre autoarqueologia e zooarqueologia na interpretação das práticas pesqueiras milenares do Baixo Amazonas
A Sexta do Mês, evento organizado por discentes do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da USP, convida todes para a mesa temática de agosto! 
Tema: “Movimento Negro Unificado: protesto, luta popular e educação antirracista ”
A proposta da Sexta do Mês de agosto é discutir as relações entre mobilização política, produção de conhecimento e institucionalização de pautas do movimento social negro no Brasil, a partir da trajetória do Movimento Negro Unificado (MNU). A mesa parte da seguinte questão: de que maneira o protesto negro nas ruas se desdobra em formulações políticas e institucionais no campo da educação?
Palestra com Ritó Natálio
28/08/2026, às 15h
Boca da terra: violência ecológica e práticas artísticas
Nas últimas décadas, a proliferação de eventos climáticos e sócio-políticos extremos, também tematizada pelo debate em torno do Antropoceno, tem vindo a acirrar uma crítica aos modos de vinculação e inscrição entre humanidade e terra, co-constituídos por violências coloniais, raciais e cisnormativas sistémicas.
Nesta sessão, abordarei a noção de “corporalidade transicional” como forma de refletir sobre modos de percepção que acompanhem e materializam estes processos de transição planetária. Através de metodologias de art-based research, a performance e a escrita ficcional serão pensadas como ferramentas ou marcadores sensíveis da transição ambiental e da violência ecológica.