Histórico de Eventos DA
Centro de Estudos Ameríndios convida para o evento: 25 anos de "História dos Índios no Brasil" - Balanços e perspectivas da história indígena 11,12 e 13 de dezembro de 2017 - 9h às 18hs Segue programação anexaContamos com a sua presença.
PROGRAMAÇÃO 28.11 17h às 19h30, sala 8: Mesa-redonda "Corpo e língua: diálogos entre antropologia e linguagem" Ana Luisa Gediel – Universidade Federal de Viçosa (UFV) Cesar Augusto de Assis Silva – Nau/USP Debatedora: Cibele Assensio (NAU/USP) 29.11 17h às 19h30, sala 24: Mesa-redonda "Corpo a corpo: alteridades e práticas de conhecimento" Valéria Macedo – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, campus Guarulhos) Cristiane Gonçalves - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, campus Santos) José Lira – Universidade de São Paulo/FAU Debatedora: Silvana Nascimento (DA/USP) Realização: Cóccix – Grupos de estudos do corpo e da cidade e LabNAU - Laboratório do Núcleo de Antropologia Urbana
Apropriação social dos espaços de pesca no estuário do rio Oiapoque: O caso do povo indígena Palikur Separando o Brasil e a Guiana Francesa, o estuário do rio Oiapoque é povoado por 30.000 habitantes pertencendo a vários grupos humanos. Entre eles, cerca de 6.000 são Povos Indígenas de 4 etnias diferentes: Palikur, Galibi-Marworno, Karipuna e Galibi-Kali’na. A maioria deles vivem nas 3 Terras Indígenas do Oiapoque. Para todos os habitantes do estuário, a pesca é uma atividade importante. A pesca artesanal profissional se desenvolveu desde os anos 1980 nas cidades de Saint-Georges (Guiana Francesa) e Oiapoque (Brasil), junto com o crescimento urbano. Nas vilas e aldeias, a pesca permanece uma atividade indispensável para a alimentação cotidiana até hoje.A pesquisa em etno-ecologia foi conduzida entre 2012 e 2014 para documentar os modos de apropriação social do espaço aquático entre os povos e pescadores do estuário do Oiapoque.Na comunicação, com um enfoque particular sobre o povo Palikur, quer-se mostrar quais são as formas de apropriação social dos espaços aquáticos a partir dos saberes tradicionais de pesca, e como essa apropriação social conta com as interferências entre os outros pescadores da região.
Diálogos cerimoniais yanomami: metáforas, sonhos e discurso político Esta apresentação tratará da etnografia sobre os diálogos cerimoniais yanomami, chamados em sua língua de wayamou. São diálogos realizados entre comunidades relativamente distantes, mas entre as quais se procura evitar um conflito ou efetivar uma aliança. Será lançado foco especial no problema da densidade trópica, algo que não recebeu a devida atenção nas análises anteriores sobre os diálogos cerimoniais nas terras baixas sul-americanas. Outro ponto importante abordado é o papel dos sonhos como fonte de conhecimentos e habilidades para a realização do wayamou. Todos esses aspectos revelam o entrecruzamento entre o discurso político e o xamanismo e, por conseguinte, entre relações intra-humanas e relações trans-específicas.
CEstA recomenda: Palestra com Timóteo da Silva Verá Tupã Popygua Casa de Culturas Indígenas do IP-USP 09/11/2017, 18h
NAPEDRA EM PERFORMANCE: CRIAÇÕES VII 09 e 10 de novembro de 2017 Organização: Núcleo de Antropologia, Performance e Drama – NAPEDRA Núcleo de Cultura e Extensão em Artes Afro-Brasileiras da USP Laboratório de Imagem e Som em Antropologia – LISA QUINTA-FEIRA, 09 de novembro ManhãLocal: Laboratório de Imagem e Som em Antropologia – LISA Rua do Anfiteatro 181, conjunto colmeias, favo 10 9h30 - confraternização 10:00 – Imagens dialéticas: boias-frias, bonecos e mulheres-lobisomens – John C. Dawsey (NAPEDRA/PPGAS/USP). 10:20 – O apocalipse segundo Adirley Queirós: notas para uma antropologia crítica do cinema – João Paulo Campos (NAPEDRA/PPGAS/USP). 11:00 – Debate. TardeLocal: Laboratório de Imagem e Som em Antropologia – LISA Rua do Anfiteatro 181, conjunto colmeias, favo 10 14:00 – A respeito do bronze (criação solo em processo) – Marília Persoli (NAPEDRA/USP). 14:20 – Espetáculo “Faces do feminino” e suas coreografias de gênero – Priscila Alves de Almeida (LabNAU/PPGAS/USP). 14:40 – Puro sentido, pouco significado: a moral da dança contemporânea – Renato Jacques (PPGAS/USP). 15:00 – Debate. 16:00 – Intervalo. 16:30 – “Esse rio eu conheço da boca às cabeceiras”: narrativas em Belo Monte – Carlos Gimenes (NAPEDRA/PPGAS/USP).
Evento em comemoração aos 25 anos da Revista Cadernos de Campo e para o lançamento de sua nova edição. 1º) Lançamento - Revista Cadernos de Campo n. 25 Profª Drª Heloísa Buarque de Almeida: integrante da primeira comissão da Revista Cadernos de Campo (1991), Coordenadora do PPGAS-FFLCH-USP Mediação - Carlos Gimenes: integrante da 25ª comissão da Revista Cadernos de Campo, graduado em Ciências Sociais pela USP e em Jornalismo pela PUC-SP, mestrando em Antropologia Social pela USP 2º) "Debate: Conjuntura de Exceção" Hélio Santos Menezes Neto: é graduado em Relações Internacionais e Ciências Sociais pela USP, mestrando da mesma universidade, atua também como pesquisador do Núcleo de Marcadores Sociais da Diferença (NUMAS) e do Núcleo Etno-história. Lucas Bulgarelli: é graduado em Direito e mestrando em Antropologia Social, ambos pela USP, pesquisador vinculado ao Núcleo dos Marcadores Sociais da Diferença da USP. Tatiane Klein: é graduada em Jornalismo, mestra e doutoranda em Antropologia Social, todos pela USP, pesquisadora vinculada ao Centro de Estudos Ameríndios (CEstA-USP). Yara de Cássia Alves: Integrante da Comissão Permanente de Ações Afirmativas do PPGAS/USP, graduada em Ciências Sociais pela PUC-MG, mestra e doutoranda em Antropologia Social pela USP.
No dia 19 de outubro acontecerá o evento "100 anos do derby paulista: a cidade de Corinthians e Palmeiras", organizado pelo Grupo de Estudos de Antropologia da Cidade (GEAC-USP) com apoio do Ludopédio, e ocorrerá no Conjunto Didático de Filosofia e Ciências Sociais, na sala 24. O evento é gratuito e não precisa de inscrição prévia.
CEstA Básica com Maria Luísa Lucas (Doutoranda, PPGAS/MN/UFRJ) Uma das faces da aurora: o caminho de um ritual bora depois do caucho É notável que uma das atividades extrativistas que mais impactou a Amazônia foi a borracha. Apesar de todas as regiões onde a extração de gomas foi o motor de transformações radicais, os povos indígenas localizados entre os rios Caquetá e Putumayo (atual Colômbia) foram talvez os mais violentados. Um deles, os Bora, são os interlocutores em minha pesquisa de doutorado, já em fase de conclusão. Ainda que os dados do começo do século XX sejam imprecisos, lendo as informações de maneira otimista, os Bora na Colômbia, na segunda metade do século XX, são menos de 10% do que eram nos anos 1900. Aos sobreviventes do caucho, como se reconhecem, foi necessário buscar maneiras de continuar existindo em um mundo intensamente transmutado. Nesse contexto, como garantir o funcionamento das unidades políticas e da transmissão do conhecimento? Essa questão é a chave de minha tese em elaboração. As respostas, por sua vez, são múltiplas e passam pela exploração de um complexo sistema de adoções no qual as hierarquias de nascimento, o lugar do órfão e a assimetria entre os clãs são fundamentais.
Peregrinações dos Wixárica - Colóquios e mostras De 24 a 25 de agosto - Das 14h às 18h Apoio: LISA e CEstA