Histórico de Eventos DA
A cortina de água e os cupinzeiros na estrada: comentários sobre cosmografia e perspectiva a partir do caso karajá. Clique aqui para ter acesso ao texto.
Sexta do Mês de Agosto: Museus, Arte e Antropologia Lux Boelitz Vidal (USP) Lilia Moritz Schwarcz (USP) Mediação Júlia Vilaça Goyatá (PPGAS/USP) Dia 29/8, quarta-feira, às 14h, na sala 24 do Prédio das Ciências Sociais e Filosofia da FFLCH-USP.
O GRAVI e o LISA convidam para exibição do filme e conversa com o diretor Mattijs van de Port é um antropólogo visual da Universidade de Amsterdã. Knot and Holes é um ensaio sobre a vida cultural das redes. Filmado no Recôncavo da Bahia, é tudo menos um filme etnográfico no sentido clássico da palavra - é a exploração do que se torna a teoria quando articulada no cinema. Mattijs van de Port is a visual anthropologist at the University of Amsterdam. Knot and Holes is an essay film about the cultural life of nets. Shot in the Bahian Recôncavo, it is anything but an ethnographic film in the classic sense of the word, but an exploration of what becomes of theory when articulated in film. Aguardamos todos e todas!
Link para leitura:http://www.dan.unb.br/images/ pdf/anuario_antropologico/ Separatas%202013_II/ Conocimiento%20historia%20y% 20lugares%20sagrados.pdf Este evento é parte do Agosto Indígena 2018. Haverá transmissão ao vivo via Youtube e participação por Skype dos pesquisadores do NEAI/UFAM. https://youtu.be/pC_YASqCkdA Mesa 2 –20/08/2018 – Horário: 17:30 a 19:30 horas- Auditório Nicolau Sevcenko Agosto Indígena 2018: Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver. Mesa: Ações afirmativas ou Reparação Histórica? Filme – 15 Anos do Programa Pindorama da PUC-SP 1- Jaime Mayoruna – Povo Mayoruna do Amazonas, Formado em Ciências Sociais UFSCAR/SP e Mestrando em Antropologia Social PPGAS/USP. 2- Talita Lazarín Dal Bó – Antropóloga – Doutora em Antropologia Social – Políticas Afirmativas hoje. O que é?
Abertura do ciclo "Todo Sexo é Político", com a palestra do Prof. James Green, "A vida extraordinária de Herbert Daniel", 15 de agosto, 15h, Prédio de Filosofia e Ciências Sociais, sala 101.
Local: Departamento de História Mesa 1 - 13/08/2018 – Horário: 17:30 a 19:30 horas – Auditório Nicolau Secenko Agosto Indígena 2018: Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver. Filme – Tenonderã – Um olhar para o futuro (Roberto Veríssimo de Lima 19 min.) 1· Chirley Pankara – Etnia Pankará, pedagoga e mestre em educação pela PUC São Paulo. Coodenadora Geral do Centro de Educação e Cultura Indígena - Ceci Jaraguá. 2- Cauê Tanan – Mestrando em História Social USP - Brasil: “Uma pais miscigenado” 3 - Fabiano André Atenas Azola – Mestrando em Antropologia Social – FFLCH/USP - A Justiça de Reparação como espaço de “lógica interétnica”: O processo de constituição do GT indígena na Comissão Nacional da Verdade. 4- Sergio Monteiro – Professor e Representante do MAE- Movimento Autônomo pela Educação - Lei 11.645/08 e os Povos Indígenas. Debatedor: Lê Gon – Estudante de História e Levante Indígena da USP Mediador: Maria Carolina Loureiro Fernandes PPGAS/USP Mesa 2 –20/08/2018 – Horário: 17:30 a 19:30 horas- Auditório Nicolau Secenko Agosto Indígena 2018: Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver. Mesa: Ações afirmativas ou Reparação Histórica?
A proposta é compartilhar o desenvolvimento da pesquisa de Doutorado intitulada “A Busca do Teko Araguyje (jeito sagrado de ser) nas retomadas territoriais Guarani e Kaiowá, no entorno da Reserva Indígena Te’yikue/MS”, que, ainda, está em desenvolvimento no campo da Geografia na Faculdade de Ciências Humana/UFGD/MS e, as reflexões estão baseadas nos dados obtidos no primeiro semestre de 2018. O foco será o processo da estruturação inicial da tese, a descrição e reflexão sobre a produção do Tekoha no contexto da luta pelo Território Guarani Kaiowá, as estratégias metodológicas da pesquisa e as articulações políticas da própria pesquisa. Este evento é parte integrante do Agosto Indígena 2018 Programação completa: https://www.facebook.com/agostoindigena/https://www.facebook.com/events…
O CEstA, o Projeto Fapesp "Diplomacias Cosmopolíticas nas Terras Baixas Sulamericanas" e a CAPES convidam para o seminário Lições de fala – diálogos ameríndios A partir de um diálogo com convidados indígenas, este Seminário propõe-se a explorar a centralidade e a potência da fala nas sociocosmologias de diferentes povos das terras baixas da América do Sul. Como escreveu Pierre Clastres, a linguagem é, para estes povos, não um mero instrumento a serviço da comunicação, mas algo a ser “celebrado”, usado com o máximo de cuidado, uma vez que atua na composição de pessoas e coletivos. Não é apenas o conteúdo que importa, mas como dispor da linguagem, como usar a fala com a devida justeza, visando efeitos. Essa concepção da linguagem – e da fala – conforma uma concepção singular de ética e de política, isto é, de estar no mundo e de compor mundos. E nesta ética e política entrelaçam-se diferentes atos de fala: discursos de lideranças, diálogos cerimoniais, cantos, narração de histórias, rumores; transcorridos seja em momentos cotidianos, seja em eventos festivos de diversas escalas envolvendo música, dança, adornos, imagens.
O Centro de Estudos Ameríndios (CEstA) convida para o evento: DIÁLOGOS AMERÍNDIOScom Marilton e Natalino Maxakali (Professores e cineastas Maxakali) Tikmũ´ũn yõg Koxuk: corpos, imagens e histórias no cinema Maxakali / Tikmũ´ũn Dois cineastas Maxakali / Tikmũ´ũn apresentam seu trabalho, discutindo a respeito das relações cosmopolíticas - entre parentes, entre gerações, entre inimigos e aliados ãyũhuk (não-Tikmũ´ũn), entre aliados xamânicos - em torno da produção da imagem em seu mundo repleto de encantados-cantores yãmĩy. Trazem reflexões a respeito de seus modos de contar histórias e partilhar saberes a partir da produção de pontos de vista, e vem mostrar um pouco de sua produção cinematográfica, em processo constante de feitura e desdobramento. Local: Auditório do LISA - Rua do Anfiteatro, 181 - favo 10
Com Juliana Borges (FESPSP) e Juliana Farias (PAGU/Unicamp) Mediação: Milena Mateuzi (PPGAS/USP) Nos últimos meses, o uso da força do Estado se fez presente nos principais veículos midiáticos do país. A intervenção militar no Rio de Janeiro, o assassinato de Marielle Franco na sequência de denúncias contra a violência policial em Irajá (RJ), bem como o uso da violência como forma corriqueira de resolução dos conflitos no campo, somaram-se ao longo histórico de violências e assassinatos através dos quais grupos dominantes exercem seu poder. O direito de decisão sobre a vida e a morte compõem, segundo o filósofo Achille Mbembe, os atributos fundamentais da soberania, que através do uso político da morte (necropolítica) busca subjugar e imobilizar pessoas e grupos sociais específicos. A estas mortes por uso direto da força somam-se as mortes invisíveis e cotidianas, pela reprodução de condições de miséria e exclusão social, que nos impele a pensar questões relativas à visibilidade e reconhecimento da própria morte enquanto produto da violência socialmente orientada da necropolítica.