Eventos

LISA. Rua do Anfiteatro, 181, Favo 10.
Atividade: Exibição do filme documentário "Ver Peixe" e debate com os professores e realizadores Gabriel Coutinho Barbosa (UFSC), Rafael Devos (UFSC) e Viviane Vedana (UFSC). Filme a ser exibido e debatido: - Ver peixe (46 min) Promoção: Lapod (Laboratório de Estudos Pós-Disciplinares do IEB/USP) Labieb (Laboratório Interdisciplinar do IEB/USP) Informações: www.ieb.usp.br/ver-peixe
Obra com documentos inéditos da figura central da antropologia estrutural é traduzida para o português; autora virá ao Brasil no início de maio para lançamento do livro em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. As Edições Sesc São Paulo lançam Lévi-Strauss, a mais completa obra sobre o antropólogo belga que revolucionou os estudos sobre os povos indígenas. De autoria da historiadora francesa Emmanuelle Loyer, a biografia perpassa os 100 anos de vida de Claude Lévi-Strauss, que coincidem com os grandes eventos ocorridos no século XX e a virada para o século XXI, e o impacto de sua obra nos diversos países pelos quais passou. Em parceria com a Embaixada da França no Brasil e a Universidade de São Paulo, no início de maio a editora fará uma série de bate-papos sobre a obra em três estados brasileiros. O primeiro evento de lançamento acontece no dia 8, às 19h, no Sesc Avenida Paulista, em São Paulo, com a presença de Emmanuelle Loyer e das antropólogas Manuela Carneiro da Cunha e Fernanda Arêas Peixoto. No dia 9, às 17h, o evento será na Universidade de São Paulo – USP, na Sala Villa-Lobos da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, com a presença da autora e da antropóloga Fernanda Arêas Peixoto. Em seguida, Emmanuelle segue para Brasília, para evento no dia 10, às 11h, no Anfiteatro da Cinemateca da Universidade de Brasília – UnB. A turnê brasileira se encerra no Rio de Janeiro, na Maison de France, no dia 11, às 18h30, com a presença da autora e dos antropólogos Eduardo Viveiros de Castro e Orlando Calheiros. A obra propõe um mergulho profundo na trajetória de Lévi-Strauss desde sua infância até seu falecimento, em 2009. Para tanto, Emmanuelle baseou sua pesquisa em depoimentos, documentos reunidos no Brasil, Estados Unidos e Europa, e também nas fichas do acervo pessoal do antropólogo. A partir dessas fontes, pôde concluir que “Lévi-Strauss foi um não conformista clássico, um anticonservador e, ao mesmo tempo, um moralista próximo de Montainge, reivindicando o seu distanciamento observador e colocando sobre a nossa época um olhar subversivo”. “Este magistral estudo de Emmanuelle Loyer, como nenhuma outra das biografias já escritas sobre Lévi-Strauss, enfim faz justiça a sua obra. E esta, como se passa com todo pensador, é o que mais importa de sua vida, pois é o que resta de vivo”. Eduardo Viveiros de Castro, etnólogo americanista, docente de etnologia no Museu Nacional (UFRJ) desde 1978. A história de Lévi-Strauss passa ainda por uma experiência íntima com o desenvolvimento das ciências sociais no Brasil e da interpretação de culturas autóctones (povos e nações que mantiveram uma continuidade histórica distinta das sociedades colonialistas). Um dos momentos mais importantes de sua carreira, ainda nos anos 1930, foi marcado pelas expedições em busca de povos indígenas da Amazônia e também pela participação na criação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, junto a outros intelectuais franceses e brasileiros, entre os quais sua esposa à época, Dina Dreyfus. Faz parte dessa história, ainda, a amizade estabelecida entre o casal e o escritor Mário de Andrade. FICHA TÉCNICA: Lévi-Strauss Autora: Emmanuelle Loyer Edições Sesc São Paulo ISBN: 978-85-9493-080-4 Páginas: 784 págs. Formato: 19 × 25 cm Preço de capa: R$ 130,00 Preço promocional de lançamento: R$ 91,00 SERVIÇO: Lançamento do livro Lévi-Strauss, de Emmanuelle LoyerSão Paulo Data: 8 de maio de 2018, terça-feira, às 19h Mesa com a autora Emmanuelle Loyer e as antropólogas Manuela Carneiro da Cunha e Fernanda Arêas Peixoto, seguida de sessão de autógrafos. Local: Sesc Avenida Paulista Endereço: Avenida Paulista, 119 – Bela Vista, São Paulo Retirada de ingressos com 1 hora de antecedência. Data: 9 de maio de 2018, quarta-feira, às 17h Mesa com a autora Emmanuelle Loyer e a antropóloga Fernanda Arêas Peixoto, seguida de sessão de autógrafos na Livraria próxima ao local. Local: Sala Villa - Lobos da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin Endereço: Rua da Biblioteca, 21 - Cidade Universitária - São Paulo – SP Brasília Data: 10 de maio de 2018, quinta-feira, às 11h Mesa com a autora Emmanuelle Loyer, seguida de sessão de autógrafos. Local: Anfiteatro da Cinemateca da UnB (Universidade de Brasília) Endereço: ICC (Instituto Central de Ciências) – Campus Asa Norte – Brasília - DF Rio de Janeiro Data: 11 de maio de 2018, sexta-feira, às 18h30 Mesa com a autora Emmanuelle Loyer e os antropólogos Eduardo Viveiros de Castro e Orlando Calheiros, seguida de sessão de autógrafos. Local: Maison de France Endereço: Av. Presidente Antônio Carlos, 58/11º andar - Centro, Rio de Janeiro SOBRE A AUTORA Emmanuelle Loyer é uma historiadora francesa, especializada em história cultural das sociedades contemporâneas, e professora de ciências políticas em Paris. É vencedora do Prêmio Femina Essai pela biografia de Claude Lévi-Strauss, em 2015, publicada pela editora Flammarion. SOBRE AS EDIÇÕES SESC SÃO PAULO Pautada pelo conceito de educação permanente e acesso à cultura, as Edições Sesc São Paulo publicam livros em diversas áreas do conhecimento. Em diálogo com a programação do Sesc, a editora apresenta um catálogo variado, voltado à preservação e à difusão de conteúdos sobre os múltiplos aspectos da contemporaneidade. Além dos títulos impressos, as Edições Sesc vêm convertendo seu catálogo em e-books que podem ser adquiridos em lojas virtuais como Livraria Cultura, Livraria Saraiva e Amazon, e em aplicativos do Brasil e do mundo como Google Play e Apple Store. As publicações das Edições Sesc São Paulo podem ser adquiridas em todas as unidades Sesc SP (capital e interior), nas principais livrarias
CINUSP Paulo Emílio, Rua do Anfiteatro, 181, favo 4
Entre os dias 07 e 30 de maio, o CINUSP Paulo Emílio apresenta a mostra Cinema e Antropologia, explorando algumas das teorias e práticas do cinema antropológico desenvolvidas durante o último século. A curadoria realizada pelo CINUSP em parceria com Richard Peña, professor emérito da Columbia University, busca estimular a produção e transmissão de conhecimento antropológico, estabelecendo um diálogo e uma reflexão a respeito da relação entre cultura e indivíduo, entre reencenações, rituais, viagens e olhares. Além dos filmes, a mostra conta também com palestras abertas ao público, que serão realizadas de 9 a 22 de maio. Informações: http://www.usp.br/cinusp/
sala 14 - Prédio de Filosofia e Ciências Sociais/FFLCH/USP
CEstA  e  GRAVI convidam para:  Palestra do Prof. Carlo Carlo Severi (Directeur d'études EHESS, Directeur de recherche CNRS, Responsable de l'équipe ANR "Art, rituel, mémoire) Forms of thought, from what Lévi-Strauss called the “systematization [of] what is immediately presented to the senses,” to the causal theories studied by Evans-Pritchard in witchcraft, have generally been interpreted as an expression of a specific language or “culture.” In this paper, I discuss this way of defining thought. Three classic objections are examined: (1) societies sharing the same “system of thought” may speak different languages, and vice versa; (2) if a relation between language and thought exists, it is an indirect and controversial one, and we should never take it for granted (or infer qualities of thought from language structures) without further investigation; (3) the languages that we use to qualify different kinds of thought are constantly translated. Through a discussion of the context of translation, I argue that instead of seeing the possibility of translation as a theoretical difficulty for defining thought, we could, on the contrary, consider the ethnography of translation as a chance to observe the dynamics and structure of thought processes, and to study how they operate in different cultural contexts. Using three Amazonian examples, I will try to describe the kind of cognition involved by the form of translation that Jakobson calls transmutation. I will argue that from this ethnographic analysis, we can not only derive a better (both wider and more precise) idea of some, rarely studied, cultural translation processes, but also draw from it a new way to define the concept of “cultural ontology,” both for Amazonian cultures and in more general terms.
Anfiteatro do LISA - Rua do Anfiteatro, 181, favo 10
What are the challenges of trying to represent the lives of migrant artists through film? Jasper Chalcraft and Rose Satiko Gitirana Hikiji are currently making a film on the São Paulo-based Mozambican musician Lenna Bahule. This workshop invites scholars and practitioners from anthropology, ethnomusicology and related disciplines to view a work in progress and to critically analyse the decisions – theoretical, practical, and above all ethical – that the filmmaker/anthropologist must make in trying to represent the artist’s transnational life. In so doing the workshop investigates gender politics in both Mozambique and Brazil, questions of artistic freedom, the institutionalisation of cultural production and consumption, and the politics of representation.
LISA - Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (USP) - Rua do Anfiteatro,181 - CJ Colmeias, favo 10/12 - Cidade Universitária, SP
Natureza do curso:  Atualização Público Alvo: Pesquisadores que querem desenvolver obras audiovisuais a partir de suas pesquisas; documentaristas em fase de pré ou pós-produção; público interessado em geral. Objetivo: A Oficina de Escritura Audiovisual é uma imersão prática/teórica que explora a narrativa audiovisual documental a partir de exercícios de estruturação de projeto, desenvolvimento de roteiro e produção experimental de imagem e som, utilizando-se de uma plataforma multimídia que integra fotografa, áudio, vídeo e texto: a Página Club. A partir da revisão das principais vertentes do documentário de criação, das estruturas narrativas e das estratégias estéticas e de abordagem, o objetivo do curso é fazer com que os participantes criem e/ou desenvolvam seus projetos durante a oficina. Programa: CLIQUE AQUI Carga horária: 30.00h Vagas: máximo: 20 alunos mínimo: 20 alunos Certificado/Critério de Aprovação: Mínimo de 85% de presença. Coordenação: Profa. Dra. Sylvia Caiuby Novaes, da FFLCH/USP. Ministrante(s): Carolina Caffé Alves Costa Lino. Documentarista e antropóloga visual. Dirige documentários e desenvolve projetos sócio-culturais, além de vídeos jornalísticos e mídias artísticas. Formada em Ciências Sociais pela Universidade PUC de São Paulo (Brasil), Carolina estudou Cinema Documentário na escola Observatório del Cine, em Buenos Aires (Arg); e pós graduação na New York Film Academy, em Nova York (EUA). Coordenou por cinco anos o Departamento de Comunicação e Cultura do Instituto Pólis - São Paulo - Brasil, desenvolvendo projetos sociais e culturais, participando de festivais, conferências e congressos internacionais de Cultura, Arte e Novas Mídia. Co-dirigiu com Rose Satiko os documentários Lá do Leste (2009) e A Arte e a Rua (2010); com Florence Rodrigues, o documentário A Caminho da Copa (2013), e com Fernanda Lenz, o documentário Afrika Tembo (2015). Carolina hoje é diretora da produtora Primavera Digital e consultora em projetos de documentário. É membro do UnionDocs - Centro de Documentário e Arte, e do coletivo FilmShop, em Nova York. Promoção: Departamento de Antropologia, da FFLCH/USP.   PARA MAIORES INFORMAÇÕES, CLIQUE AQUI.
Sede do CEstA - Rua do Anfiteatro, 181 - Colmeia favo 8
Dagoberto Lima Azevedo – Yepamahsã (Tukano) e Doutorando pelo PPGAS/UFAM  Agenciamento do mundo pelos Kumuã Ye’pamahsã: o conjunto dos Bahsese na organização do espaço Di’ta Nuhku   Nesta apresentação abordarei aspectos da minha dissertação de mestrado sobre a organização e o cuidado do espaço Di’ta Nuhku (terra-floresta), a partir do conjunto dos bahsese no Alto Rio Negro - Noroeste Amazônico. Dos domínios de conhecimento dos kumuã Yepamahsã, isto é, da tríade conceitual e cosmológica que envolve kihti ukuse, bahsese e bahsamori, delineio uma proposta que abarca principalmente o bahsese. Procurarei demonstrar como a prática dos bahsese classifica e ordena, equilibra e sustenta os seres e as coisas no espaço Di’ta Nuhku. De modo geral, abordo como o pensamento Yepamahsã mantem uma circulação ordenada e harmônica e o bem-estar entre os seres sob a plataforma terrestre. Conhecimentos, esses, portadores de uma reflexão particular sobre instituições e formas de vida Yepamahsã, indissociáveis do princípio da dignidade da pessoa humana. Sou indígena Yepamahsã (Tukano), estudante e pesquisador de antropologia no espaço acadêmico. Escrevi minha dissertação em portuguê-acadêmico e em Yepamahsã (ou Yepa-português), defendida em 2016 na Casa de Saberes da FOIRN, em São Gabriel da Cachoeira. Falarei das tensões, desafios e possibilidades da minha experiência de pesquisa, pois sou nascido e vivencio a minha cultura yepamahsã desde a infância até a idade atual. Não é uma questão de “estive lá”.         João Paulo Lima Barreto – Yepamahsã (Tukano) e Doutorando pelo PPGAS/UFAM  Centro de Medicina Indígena & Biomedicina na faca: do imaginário ao conflito ontológico entre os modelos de concepções de doenças e saúde   A apresentação visa basicamente discutir o imaginário construído pelas sociedades sobre “índio” e o conflito entre o modelo biomédico e concepções indígenas de doenças e saúde na região do Alto Rio Negro/AM. Modelo que considera que doença e saúde não se restringem ao aspecto biológico. Esse é o ponto. Antes, ao contrário, envolvem aspectos cosmopolíticos que condicionam a prática da boa saúde. Sai, assim, do entendimento restrito de algo biológico e conecta o indivíduo numa teia de relações com outros seres, com os waimahsã, com os animais, os especialistas, com seus parentes e outras pessoas. O Bahserikowi – Centro de Medicina Indígena da Amazônia foi fundado no dia 06 de junho de 2017. Conta com a parceria da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), do Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (NEAI/UFAM), além do apoio da agência Amazônia Real. O objetivo é oferecer a oportunidade para as pessoas que acreditam que as doenças e a saúde perpassam por outras vias de preventivos e de tratamentos. Assim, o Centro de Medicina Indígena é mais uma opção, um canal que possibilita ao público um tratamento por vias de bahsese (benzimentos) e plantas medicinais. Também é um espaço de diálogo com outros saberes e de intercâmbio cultural. Desde a fundação até hoje já passaram mais de 920 pessoas, com diversos problemas de saúde como doenças de pele, situações emocionais, doenças urinárias, gástricas, uterinas, feridas e coceiras no corpo, dores no corpo; fazendo consultas e tratamentos. Por outro lado, o Centro faz parte de um dos objetivos do Termo de Acordo de Cooperação Técnica entre o NEAI/UFAM e o Centro de Estudos Ameríndios (USP), no quesito de “Apoiar a institucionalização, atividades e gestão do Centro de Práticas Médicas Indígenas implementado em estreita relação com o NEAI”.        Gabriel Sodré Maia-Ahkʉto - Mestre em Antropologia Social-UFAM YEPAPOLOGIA, UM NOVO MODO DE SER E PENSAR.   O sistema de repasse do conhecimento dos Yepamahsã sempre foi feita a partir da oralidade, porém no decorrer do tempo este mecanismo de repasse foi se perdendo paulatinamente, Os primeiros religiosos diziam que, quando alguém morresse estava destinado ao fogo eterno do inferno. Assim sendo alguns velhos e que conheciam a escrita foram grafando voluntariamente amiúde preocupado que o conhecimento não desvanecesse e que os filhos e os netos não fiquem desapoiados sobre o âmago do conhecimento dos Tukano que é Ukũse-kihti, bahsese e bahsamori. Portanto, surge na academia novo conceito intitulado YEPAPOLOGIA, que visa dialogar com exclusividade o vasto conhecimento dos Yepamahsã. Os detentores dos conhecimentos são os velhos (bʉhkʉrã) kumũ, yai, baya e bahsegʉ, os alicerces de uma comunidade especialista em memorização, uma das dádivas adquiridas por meio de betise no momento de formação em sua especialidade. Os filhos e os netos não tiveram os mesmo privilégios da formação, por causa da invasão da "civilização". Com a civilização chegou também a tecnologia, esse, foi um período de adaptação entre os mais jovens e os mais velhos, ou seja, a fase da crise cultural. Esta fase transitória criou nos jovens o desinteresse de adquirir o tripé do conhecimento dos Yepamahsã. Mas no decorrer do tempo a situação foi superada por meio do diálogo de orientação entre os filhos e os pais dentro do circulo familiar, da busca de um novo equilíbrio entre elementos do novo modo de vida e das tradições Yepamahsã (adaptação) e enfim pelo uso da escrita como novo meio de memorização e transmissão entre pais e filhos dos conhecimentos ancestrais dos Yepamahsã. Doravante, o conhecimento dos Yepamahsã encontra-se aberto para diálogo simétrico dentro do mundo acadêmico, um dos requisitos da luta dos antropólogos indígenas e indígenas antropólogos, isto é um desafio árduo, que será possível cumprir com esforço e determinação. Trata-se de propor a contribuição de uma antropologia indígena para o conjunto de ideias e conceitos da antropologia "tradicional" - que distorceu algumas vezes por equívocos de tradução e por falta de uma interlocução íntima e profunda com os agentes de suas monografias, fatos importantes - e de convencer, através do debate e do diálogo com os acadêmicos não indígenas do valor dessa contribuição. Em suma surgem nas academias os Yepapólogos.    Contamos com a sua presença.
SESC Pinheiros - Sala de oficinas, 2º andar
Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - Sala Villa Lobos - Rua da Biblioteca s/n - Cidade Universitária - São Paulo
 Centro de Estudos Ameríndios convida para o evento: 25 anos de "História dos Índios no Brasil" - Balanços e perspectivas da história indígena   11,12 e 13 de dezembro de 2017 - 9h às 18hs Segue programação anexaContamos com a sua presença.    
Conjunto didático da Filosofia e da Ciências Sociais - Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária/São Paulo, SP
PROGRAMAÇÃO 28.11  17h às 19h30, sala 8: Mesa-redonda "Corpo e língua: diálogos entre antropologia e linguagem" Ana Luisa Gediel – Universidade Federal de Viçosa (UFV) Cesar Augusto de Assis Silva – Nau/USP Debatedora: Cibele Assensio (NAU/USP)   29.11 17h às 19h30, sala 24: Mesa-redonda "Corpo a corpo: alteridades e práticas de conhecimento" Valéria Macedo – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, campus Guarulhos) Cristiane Gonçalves - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, campus Santos) José Lira – Universidade de São Paulo/FAU Debatedora: Silvana Nascimento (DA/USP) Realização: Cóccix – Grupos de estudos do corpo e da cidade e LabNAU - Laboratório do Núcleo de Antropologia Urbana