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Terá início, em 12/09/2018, o curso "Antropologia da Cidade: Modos de Fazer”, oferecido pelo GEAC (grupo de estudos coordenado pelo Prof. Dr. Heitor Frúgoli Jr). Trata-se de um curso de introdução à antropologia da cidade, com ênfase na pesquisa etnográfica, voltado à questão das práticas, tanto as realizadas por citadinos no espaço urbano, quanto aquelas que se colocam como desafio para o próprio fazer antropológico. As aulas iniciais abordarão temas clássicos e contemporâneos da antropologia, seguidas de enfoques mais centrados na antropologia urbana, com atenção especial a múltiplas apropriações do espaço público que ocorrem sobretudo na área central de São Paulo, nas esferas do ativismo político, da arte urbana, do lazer e do consumo. Isso inclui uma experiência tópica de observação de determinadas práticas espaciais, a ocorrer também em territórios da área central da cidade. Para maiores informações e inscrições: http://sce.fflch.usp.br/node/2769
Prédio das Ciências Sociais e Filosofia da FFLCH - USP. Sala 24.
A proposta é compartilhar o desenvolvimento da pesquisa de Doutorado intitulada “A Busca do Teko Araguyje (jeito sagrado de ser) nas retomadas territoriais Guarani e Kaiowá, no entorno da Reserva Indígena Te’yikue/MS”, que, ainda, está em desenvolvimento no campo da Geografia na Faculdade de Ciências Humana/UFGD/MS e, as reflexões estão baseadas nos dados obtidos no primeiro semestre de 2018. O foco será o processo da estruturação inicial da tese, a descrição e reflexão sobre a produção do Tekoha no contexto da luta pelo Território Guarani Kaiowá, as estratégias metodológicas da pesquisa e as articulações políticas da própria pesquisa.    Este evento é parte integrante do Agosto Indígena 2018 Programação completa: https://www.facebook.com/agostoindigena/https://www.facebook.com/events/808517459537239/
Prédio das Ciências Sociais e Filosofia da FFLCH - USP. Sala 14.
Local: Departamento de História Mesa 1 - 13/08/2018 – Horário: 17:30 a 19:30 horas – Auditório Nicolau Secenko Agosto Indígena 2018: Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver. Filme – Tenonderã – Um olhar para o futuro (Roberto Veríssimo de Lima 19 min.) 1· Chirley Pankara – Etnia Pankará, pedagoga e mestre em educação pela PUC São Paulo. Coodenadora Geral do Centro de Educação e Cultura Indígena - Ceci Jaraguá. 2- Cauê Tanan – Mestrando em História Social USP - Brasil: “Uma pais miscigenado” 3 - Fabiano André Atenas Azola – Mestrando em Antropologia Social – FFLCH/USP - A Justiça de Reparação como espaço de “lógica interétnica”: O processo de constituição do GT indígena na Comissão Nacional da Verdade. 4- Sergio Monteiro – Professor e Representante do MAE- Movimento Autônomo pela Educação - Lei 11.645/08 e os Povos Indígenas. Debatedor: Lê Gon – Estudante de História e Levante Indígena da USP Mediador: Maria Carolina Loureiro Fernandes PPGAS/USP Mesa 2 –20/08/2018 – Horário: 17:30 a 19:30 horas- Auditório Nicolau Secenko Agosto Indígena 2018: Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver. Mesa: Ações afirmativas ou Reparação Histórica? Filme – 15 Anos do Programa Pindorama da PUC-SP 1- Jaime Mayoruna – Povo Mayoruna do Amazonas, Formado em Ciências Sociais UFSCAR/SP e Mestrando em Antropologia Social PPGAS/USP. 2- Talita Lazarín Dal Bó – Antropóloga – Doutora em Antropologia Social – Políticas Afirmativas hoje. O que é? Como são? 3- Benedito Prezia – Antropólogo e Coordenador do Programa Pindorama da PUC/SP 4- Vanusa Costa Santos – Povo Kaimbé e Graduanda do segundo Ano do Curso de Serviço Social pelo Programa Pindorama da PUC/SP. Debatedor: Ramiro German Gonzalez Rial - Docente Psicología Escuela de Psicología USS Universidad San Sebastian Coordenação: Pedro Cesarino Local: Departamento de Psicologia – Casa de Culturas Indígenas Mesa 1- Data 14/08/2018 - Horário: 14:00 a 17:30 horas Mesa: Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver. 1- Jaime Mayoruna – Povo Mayoruna do Amazonas, Formado em Ciências Sociais UFSCAR/SP e Mestrando em Antropologia Social PPGAS/USP. 2- Wilbert V. Lópes –Sociólogo, pesquisador boliviano de origem quéchua. Doutorando no InstitutdesHautesEtudes de l'Amérique latine, Université Sorbonne Paris, França.Lemas quéchuas: Metamorfose de concepções nas lutas pela formação do Estado Plurinacional da Bolívia. 4- Lucas Blsud Ciola – Educador Ambiental e Mestrando em Linguística. Material Didático para Escola Indígena 5- Juliana Vignado - Mestranda em Linguística USP – Um, dois três, outro, mão. A importância dos numerais indígenas para a pesquisa linguística. Mediador: Cauê Tanan - Mestrando em História Social USP Coordenação: Talita Lazarín Dal Bó – Antropóloga – Doutora em Antropologia Social Local: Departamento de Psicologia - Casa de Culturas Indígenas Mesa 2- Data 21/08/2018 Horário: 14:00 a 17:00 horas Mesa: Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver: A interdisciplinaridade e os Povos Indígenas 1- Roberta de Queiroz Hesse - PPGAS/USP Aculturação, uma ferramenta conceitual possível? Pensando Territorialidade e Política na Terra Indígena São Jerônimo (PR) 2· Ramiro German Gonzalez Rial - Docente PsicologíaEscuela de Psicología USS Universidad San Sebastian – Psicologia e Povos Ameríndios na América 3- Letycia Rendy Yobá – Historiadora, Especialista em História e Culturas Indigenas/ Movimento Levante Indígena da USP. 4- Marina Vanzoline (Mediador: Lucas da Costa Maciel/PPGAS Coordenação: Jayme Mayoruna Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Mesa 2 - Dia 10/08/2018 - Horário: 15:00 a 18:00 horas Lançamento do Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. 1- Jaime Mayoruna – Povo Mayoruna do Amazonas, Formado em Ciências Sociais UFSCAR/SP -PPGAS/USP. 2- Emerson de Oliveira – Povo Guarani Nhandeva – Indígenas em Contexto Urbano. PPGAS/USP. 3- Sassa Tupinambá – GT Indígena do Tribunal Popular e Comissão de Articulação dos Povos Indígenas de São Paulo. 4- Iolanda Potiguara –Graduanda em Ciências Biológicas. 5- ChirleyPankara–Etnia Pankará, Pedagoga e mestre em educação pela PUC São Paulo. Coordenadora Geral do Centro de Educação e Cultura Indígena - Ceci Jaraguá. 6- Benedito Prezia – Coordenador do Programa Pindorama da PUC/SP – Indígenas na Universidade hoje. Coordenação. Marta Amoroso - USP/SP Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Mesa 3 - Dia 15/08/2018 - Horário: 15:00 a 18:00 horas Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. Mesa “Políticas ameríndias nos Andes e na Mesoamérica”, dia 15 de agosto às 15:00. 1- Flávia Gimenez de Fávari - “Indígenas pero no mucho. Uma análise da questão indígena na Comissão da Verdade e Reconciliação do Peru”; 2- Brett Buckingham - “Colonialismo e conhecimento no pensamento aymara”; 3- Fábio Alkmin - “Por uma geografia da autonomia: a experiência de autonomia territorial zapatista em Chiapas”; 4- Lucas da Costa Maciel - “Yeknemilis: política e autonomia nahua”. Coordenação: Renato Sztutman Mediação: Emerson SouzaPPGAS/USP Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Dia 17/08/2018 - Horário: 14 horas CEstA Intempestiva – Luis Cayón (UnB) Disputas fraternas: poder, hierarquia e heterarquia no Alto Rio Negro Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Dia 24/08/2018 - Horário: 14 horas Diálogos Ameríndios – Jaime Mayuruna e Emerson Oliveira (PPGAS/USP) Indígenas nas universidades: Sonho ou realidade? Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Mesa 1 – 27/08/2018 - Horário: 15:00 a 18:00 horas Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. 1- Thiago Magri Benucci – PPGAS/USP - Nos meandros da transformação: variações sobre o habitar Yanomamɨ do Rio Marauiá (Amazonas, Brasil) 2·Danilo Silva Guimarães – Psicologia Cultural e Rede Indígena IP- USP. 3- Sassa Tupinambá - GT Indígena do Tribunal Popular e Capisp – Comissão de Articulação dos Povos Indígenas de SP. Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver Debatedor: Lê Gon – Estudante da Letras e Levante Indígena da USP. Coordenação: Shisleni Oliveira Macedo PPGAS/USP Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Dia 31/08/2018 - Horário: 10 horas CEstA Intempestiva – Eduardo S. Nunes (UFOPA) A cortina de água e os cupinzeiros na estrada: comentários sobre cosmografia e perspectiva a partir do caso karajá Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Dia 31/08/2018 - Horário: 14 horas CEstA Intempestiva – Marcus Vinícius Schmidt (PROCAM/USP) Incêndios florestais e as mudanças ambientais na percepção dos índios do Xingu – Ikpeng, Waujá e Kawaiwete Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver.
Antropologia USP, Psicologia USP, História USP
O CEstA, o Projeto Fapesp "Diplomacias Cosmopolíticas nas Terras Baixas Sulamericanas" e a CAPES convidam para o seminário Lições de fala – diálogos ameríndios A partir de um diálogo com convidados indígenas, este Seminário propõe-se a explorar a centralidade e a potência da fala nas sociocosmologias de diferentes povos das terras baixas da América do Sul. Como escreveu Pierre Clastres, a linguagem é, para estes povos, não um mero instrumento a serviço da comunicação, mas algo a ser “celebrado”, usado com o máximo de cuidado, uma vez que atua na composição de pessoas e coletivos. Não é apenas o conteúdo que importa, mas como dispor da linguagem, como usar a fala com a devida justeza, visando efeitos. Essa concepção da linguagem – e da fala – conforma uma concepção singular de ética e de política, isto é, de estar no mundo e de compor mundos. E nesta ética e política entrelaçam-se diferentes atos de fala: discursos de lideranças, diálogos cerimoniais, cantos, narração de histórias, rumores; transcorridos seja em momentos cotidianos, seja em eventos festivos de diversas escalas envolvendo música, dança, adornos, imagens. Estes atos de fala não estão encerrados no mundo indígena, abarcam também o aprendizado de falar aos não indígenas, estes que não cessam de impor sua própria ética e sua própria política. Cabe lembrar também que em muitas línguas indígenas o termo “fala” pode designar outras formas vocais que escapam da linguagem articulada e, assim, pode referir-se a sons emitidos por seres não humanos. Todas essas questões convidam a problematizar e a refletir, junto com os interlocutores indígenas, sobre o que falar quer dizer; convidam a aprender com lições de fala indígenas.  Quarta-feira, 04.07 Manhã – 9h30-12h30 09h30-10hPalavras de boas vindas Marta Amoroso Marina Vanzolini Renato Sztutman 10h30-12h30Mesa de Abertura: O lugar da fala  Bruna Franchetto Sandra Benites Coordenação: Renato Sztutman Mediação: Marina Vanzolini  Tarde – 14h30-19h30 14h30-17hMesa II: Falar como liderança, na aldeia e na cidade Mutuá Kuikuro Marcio Tenharim Tiago Karai Guarani-Mbya Coordenação: Gabriel Bertolin Mediação: Lucas Keese 17h30-19h30Mesa III: Políticas de afirmação, políticas afirmativas indígenas Letycia Rendy Yobá Laís Maxakali Coordenação: Emerson de Oliveira Mediação: Talita Lazarín Dal Bó Quinta-feira, 05.07 Manhã – 9h30-12h30Mesa IV – Falar com cerimônia I  Luiz Gilberto Kubeo Isaka Huni Kuin Jayme Mayuruna Coordenação: Guilherme Meneses Mediação: Diego Pedroso Comentários: Pedro Cesarino Tarde – 14h30-17h30 Mesa V – Falar com cerimônia II Waranaku Aweti Jamaxi Myky e Typju Myky Marilton Maxakali e Natalino Maxakali Coordenação: Marina Vanzolini  Mediação: André Lopes e Ana Estrela Comentários: Dominique Gallois Sexta-feira, 06.07 Manhã – 9h30-14h 9h30-12h30Mesa VI – Palavras de mulheres Maria Parukunye Katxuyana Tiriyó Patrícia Ferreira Guarani Mbya Gilda Kaingang Coordenação: Paola Gibram Mediação: Aline Aranha e Luísa Girardi 13h-14h Palavras finais Jera Poty Mirĩ Beatriz Perrone-Moisés Noite – a partir das 20h Festa de encerramento com Forró do Assaré e Forrobodó do Jabah no CCB   Comissão organizadora: Gabriel Bertolin, Guilherme Meneses, Lucas Ramiro, Luísa Girardi, Marina Vanzolini, Paola Gibram e Renato Sztutman. Arte gráfica: Tatiane Manhães Comes & bebes: Fábio Zuker Realização: Centro de Estudos Ameríndios – CEstA/USP   Apoio: Laboratório de Imagem e Som em Antropologia – LISA/USP Financiamento: CAPES e FAPESP (Projeto de Auxílio 2015/21158-7 - “Diplomacias Cosmopolíticas nas Terras Baixas Sulamericanas: Exercícios de Comparação Etnográfica”)  
Sala 14, Prédio do Meio da FFLCH/USP
Com Juliana Borges (FESPSP) e Juliana Farias (PAGU/Unicamp) Mediação: Milena Mateuzi (PPGAS/USP)   Nos últimos meses, o uso da força do Estado se fez presente nos principais veículos midiáticos do país. A intervenção militar no Rio de Janeiro, o assassinato de Marielle Franco na sequência de denúncias contra a violência policial em Irajá (RJ), bem como o uso da violência como forma corriqueira de resolução dos conflitos no campo, somaram-se ao longo histórico de violências e assassinatos através dos quais grupos dominantes exercem seu poder. O direito de decisão sobre a vida e a morte compõem, segundo o filósofo Achille Mbembe, os atributos fundamentais da soberania, que através do uso político da morte (necropolítica) busca subjugar e imobilizar pessoas e grupos sociais específicos. A estas mortes por uso direto da força somam-se as mortes invisíveis e cotidianas, pela reprodução de condições de miséria e exclusão social, que nos impele a pensar questões relativas à visibilidade e reconhecimento da própria morte enquanto produto da violência socialmente orientada da necropolítica. A antropologia, ao dedicar sua atenção e escuta aos grupos que historicamente foram instituídos enquanto alvos preferenciais do exercício da necropolítica, se insere no campo de disputas em torno das representações e visibilidades a que este debate se orienta. Com atenção à urgência da questão, a Sexta do Mês lança a discussão sobre o conceito de necropolítica: Qual sua relação com conceitos de biopoder, feminicídio, etnocídio e genocídio de negros e indígenas? Em que medida a morte é encarada ou silenciada em nossas experiências etnográficas e de escrita? Que lugar os trabalhos antropológicos ocupam em um campo de disputas em torno da representação da violência e da morte?   A Sexta do Mês é um evento organizado pelos estudantes de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP, com apoio do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da FFLCH/USP.
Saguão do Prédio do Meio - FFLCH
Sala 24 - FFLCH
O Centro de Estudos Ameríndios (CEstA) convida para o evento: DIÁLOGOS AMERÍNDIOScom Marilton e Natalino Maxakali (Professores e cineastas Maxakali) Tikmũ´ũn yõg Koxuk: corpos, imagens e histórias no cinema Maxakali / Tikmũ´ũn Dois cineastas Maxakali / Tikmũ´ũn apresentam seu trabalho, discutindo a respeito das relações cosmopolíticas - entre parentes, entre gerações, entre inimigos e aliados ãyũhuk (não-Tikmũ´ũn), entre aliados xamânicos - em torno da produção da imagem em seu mundo repleto de encantados-cantores yãmĩy. Trazem reflexões a respeito de seus modos de contar histórias e partilhar saberes a partir da produção de pontos de vista, e vem mostrar um pouco de sua produção cinematográfica, em processo constante de feitura e desdobramento.   Local: Auditório do LISA - Rua do Anfiteatro, 181 - favo 10    
Auditório do LISA - Rua do Anfiteatro, 181 - favo 10
NAPEDRA EM PERFORMANCE: CRIAÇÕES VIII Confira aqui a programação completa do evento. Data: 6, 7 e 8 de junho de 2018 Local:  Laboratório de Imagem e Som em Antropologia – LISA Rua do Anfiteatro 181, conjunto colmeias, favo 10 Organização: Núcleo de Antropologia, Performance e Drama – NAPEDRA Núcleo de Cultura e Extensão em Artes Afro-Brasileiras da USP Laboratório de Imagem e Som em Antropologia – LISA
Laboratório de Imagem e Som em Antropologia – LISA Rua do Anfiteatro 181, conjunto colmeias, favo 10
ATENÇÃO: A conferência do dia 12/06 acontecerá no auditório do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia – LISA, na Rua do Anfiteatro 181, conjunto colmeias, favo 10. Antropólogos e historiadores de cinco países vão discutir os sentidos e o uso do termo "revolução" e seus efeitos políticos nos seguintes contextos nacionais pós-coloniais: Cuba, Venezuela, Haiti, Argentina, Brasil, Angola, Moçambique, Portugal e Vietnã. Serão examinadas questões como: Quando diferentes atores sociais falam de "revolução", a que processos, grupos ou instituições se referem? Como eles competem pela definição dessa palavra-chave? Que tipo de ambiguidades ela possibilita? Como e até que ponto ela ajuda a legitimar formas de poder e de ação política? Qual a relação dos sentidos locais do termo "revolução" com imaginações nacionalistas e formas de temporalidade? Em que contextos e de que forma o termo adquire um valor político fetichizado? Como o uso do termo se relaciona a processos político-econômicos e a tradições e contextos semióticos globais, locais e nacionais? A programação do evento pode ser conferida aqui. Os trabalhos serão apresentados em inglês. Os comentários dos debatedores e a discussão com o público serão em português com tradução consecutiva para o inglês.
Prédio de Ciências Sociais - FFLCH
Entre os dias 07 e 30 de maio, o CINUSP Paulo Emílio apresenta a mostra Cinema e Antropologia, explorando algumas das teorias e práticas do cinema antropológico desenvolvidas durante o último século. A curadoria realizada pelo CINUSP em parceria com Richard Peña, professor emérito da Columbia University, busca estimular a produção e transmissão de conhecimento antropológico, estabelecendo um diálogo e uma reflexão a respeito da relação entre cultura e indivíduo, entre reencenações, rituais, viagens e olhares. Além dos filmes, a mostra conta também com palestras abertas ao público, que serão realizadas de 9 a 22 de maio. Informações: http://www.usp.br/cinusp/
CINUSP Paulo Emílio, Rua do Anfiteatro, 181, favo 4