Eventos

Nadir e Hybris convidam todas e todos para o evento com o Prof. Dr. Adalton Marques, da Universidade Federal do Vale do São Francisco. Nessa palestra, o professor Adalton apresentará as discussões realizadas em sua tese de doutorado “Humanizar e Expandir: uma genealogia da Segurança Pública em São Paulo” e em seu artigo “Do ponto de vista do “crime”: notas de um trabalho de campo com “ladrões”. O evento acontecerá no dia 5 de Outubro, sala 109, Prédio de Filosofia e Ciências Sociais.” Para enriquecer o debate, é sugerido que se leia: a) esse artigo em que retoma a dissertação e problematiza alguns dos aspectos ético-políticos implicados em uma pesquisa com "ladrões":http://www.scielo.br/pdf/ha/v22n45/0104-7183-ha-22-45-0335.pdf b) a "Introdução" (p.13-38) e a Conclusão da Tese: "Esquizofrenia política ou como devolver a segurança pública ao debate público" (p. 289-302)https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/8916 
Sala 109, Prédio de Filosofia e Ciências Sociais
Com Vitor Grunvald (USP) e Julia Ruiz (ASA/USP)Mediação: Priscila Almeida (PPGAS/USP) Corpo, festa, dança, voz, cor, transformação. Estas poderiam ser palavras-chave para descrever as inúmeras manifestações populares que tomaram conta das ruas no Brasil e no mundo, especialmente na última década, e que tornam inescapável a atenção à imbricação entre ação política e formas expressivas.Seja nas poderosas e coloridas manifestações do orgulho LGBTI nas grandes metrópoles ou nas marchas contra figuras políticas e grandes corporações em todo o mundo, o que estes eventos nos mostram é que não existe insurgência sem gesto, sem som, sem formas imagéticas. Expressões como "meu corpo é político" e "o fervo também é luta" intensificam conexões entre diferentes signos e sua capacidade de produzir novos mundos, novas maneiras de estar no mundo. As disputas sobre as taxonomias e os significados atribuídos a corpos dissidentes, desconformes ou indesejados atravessam processos de captura que vão da redução do conceito de gênero a uma ideologia e chegam até discursos de presidenciáveis. Diante destas constatações, a Sexta do Mês de Setembro - que ocorre excepcionalmente na primeira semana de outubro - convida a pensar e discutir motivações, anseios, bem como potencialidades e efeitos políticos das artes e das corporalidades em levantes populares, atos políticos, sublevações. Como são expressas e vivenciadas, nestes eventos ou em experiências cotidianas de micropolíticas, as relações entre gênero, arte, etnicidade e sexualidade? Como pensar a agentividade das formas expressivas na construção de corpos e coletivos? Como elas atuam na construção de uma outra política? Como a Antropologia pode fortalecer o debate acerca da transposição de limites entre o que é arte e o que é ação política? A Sexta do Mês é um evento organizado pelos estudantes de Pós-Graduação em Antropologia Social, com apoio do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da FFLCH-USP.  
sala 24 do Prédio das Ciências Sociais e Filosofia da FFLCH-USP
  O Grupo de Antropologia Visual (GRAVI-USP) convida nodia 14 de setembro, às 14h30, no LISA, para a conversacom a a Prof. Barbara Copque (UERJ) que nos falará sobre fotografia, explorando questões teóricas, éticas e metodológicas de sua relação com a antropologia. Local: Rua do Anfiteatro, 181 - Cj. Colméia favo 10 - Cidade Universitária.
Rua do Anfiteatro, 181 - Cj. Colméia favo 10 - Cidade Universitária.
Ao pensar sobre a(s) música(s) do mundo, além de acentuar a importância do aspecto temporal/rítmico — em geral silenciado pela identificação tácita entre música e som, no paradigma ocidental moderno —  seria possível também pensar nos ritmos do mundo como música? Isto é: seria possível pensar musicalmente no(s) mundo(s) em que vivemos a partir de seus fenômenos rítmicos? Isso implicaria, entre outras coisas, em se valer de conceitos e categorias específicos (tais como: duração, período, freqüência, proporção, condução, andamento, repetição, simultaneidades, sequências, polirritmias, ciclos, claves, grooves…) para investigar tanto os fenômenos temporais imanentes ao nosso estar-no-mundo (ritmos humanos) quanto os que transcendem os limites dos nossos próprios corpos (ritmos mundanos). O mote dessa conversa parafraseia e deturpa intencionalmente as categorias medievais de “musica mundana” (ou cósmica: tempo/movimento dos corpos celestes) e “música humana”  (fluxos e humores do corpo humano) para abordar o fenômeno do ritmo a partir de pontos de escuta e perspectivas (trans-inter-)culturais e (multi-meta-)naturais. Esse é um dos pontos de partida do projeto de pesquisa Ritmos Humanos e Mundanos (CECULT-UFRB), que ressoa na clave epistemológica desse pensamento musical: não apenas pensar sobre música, mas pensar como música. Entre as atividades do projeto constam as traduções, já em curso, de duas obras de referência ainda inéditas em língua portuguesa: Éléments de Rythmanalyse [Elementos de Ritmanálise], de Henri Lefebvre (1992) e Ρυθμικον Στοιχειον [Dos Elementos do Ritmo], de Aristóxeno de Tarento (c. 300 a.C), este o único tratado empírico conhecido sobre ritmo musical da antiguidade clássica. Nessas obras encontram-se categorias, conceitos e parâmetros importantes para a investigação rítmica do mundo, tais como: ritmanálise e ritmopeia (análise e criação de ritmos), ritmizômenos (fenômenos capazes de engendrar ritmos), protocronias (durações mínimas e fundamentais dos fenômenos rítmicos) entre outras. Ainda no âmbito da pesquisa, desenvolvem-se oficinas e um componente curricular de Ritmos Humanos e Mundanos, na especialização em Cidadania e Ambientes Culturais, oferecida no CECULT-UFRB.
LISA-USP (Rua do Anfiteatro, 181 - Cj. Colmeia, Favo 10)
Incêndios florestais e as mudanças ambientais na percepção dos índios do Xingu – Ikpeng, Waujá e Kawaiwete
Prédio de Ciências Sociais da FFLCH - Sala 14
A cortina de água e os cupinzeiros na estrada: comentários sobre cosmografia e perspectiva a partir do caso karajá. Clique aqui para ter acesso ao texto.  
CEstA Intempestiva – Eduardo S. Nunes (UFOPA)
Link para leitura:http://www.dan.unb.br/images/ pdf/anuario_antropologico/ Separatas%202013_II/ Conocimiento%20historia%20y% 20lugares%20sagrados.pdf   Este evento é parte do Agosto Indígena 2018. Haverá transmissão ao vivo via Youtube e participação por Skype dos pesquisadores do NEAI/UFAM. https://youtu.be/pC_YASqCkdA   Mesa 2 –20/08/2018 – Horário: 17:30 a 19:30 horas- Auditório Nicolau Sevcenko Agosto Indígena 2018: Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver. Mesa: Ações afirmativas ou Reparação Histórica? Filme – 15 Anos do Programa Pindorama da PUC-SP 1- Jaime Mayoruna – Povo Mayoruna do Amazonas, Formado em Ciências Sociais UFSCAR/SP e Mestrando em Antropologia Social PPGAS/USP.  2- Talita Lazarín Dal Bó – Antropóloga – Doutora em Antropologia Social – Políticas Afirmativas hoje. O que é? Como são?  3- Benedito Prezia – Antropólogo e Coordenador do Programa Pindorama da PUC/SP 4- Vanusa Costa Santos – Povo Kaimbé e Graduanda do segundo Ano do Curso de Serviço Social pelo Programa Pindorama da PUC/SP.  Debatedor: Ramiro German Gonzalez Rial - Docente Psicología Escuela de Psicología USS Universidad San Sebastian Coordenação: Pedro Cesarino Local: Departamento de Psicologia - Casa de Culturas Indígenas Mesa 2- Data 21/08/2018 Horário: 14:00 a 17:00 horas Mesa: Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver: A interdisciplinaridade e os Povos Indígenas 1- Roberta de Queiroz Hesse - PPGAS/USP Aculturação, uma ferramenta conceitual possível? Pensando Territorialidade e Política na Terra Indígena São Jerônimo (PR) 2· Ramiro German Gonzalez Rial - Docente PsicologíaEscuela de Psicología USS Universidad San Sebastian – Psicologia e Povos Ameríndios na América  3- Letycia Rendy Yobá – Historiadora, Especialista em História e Culturas Indigenas/ Movimento Levante Indígena da USP. 4- Marina Vanzoline  (Mediador: Lucas da Costa Maciel/PPGAS Coordenação: Jayme Mayoruna Local: Departamento de Antropologia - Sala 24 Mesa 3 - Dia 15/08/2018 - Horário: 15:00 a 18:00 horas Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. Mesa “Políticas ameríndias nos Andes e na Mesoamérica”, dia 15 de agosto às 15:00. 1- Flávia Gimenez de Fávari - “Indígenas pero no mucho. Uma análise da questão indígena na Comissão da Verdade e Reconciliação do Peru”; 2- Brett Buckingham - “Colonialismo e conhecimento no pensamento aymara”; 3- Fábio Alkmin - “Por uma geografia da autonomia: a experiência de autonomia territorial zapatista em Chiapas”; 4- Lucas da Costa Maciel - “Yeknemilis: política e autonomia nahua”. Coordenação: Renato Sztutman Mediação: Emerson SouzaPPGAS/USP Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Dia 17/08/2018 - Horário: 14 horas CEstA Intempestiva – Luis Cayón (UnB)  Disputas fraternas: poder, hierarquia e heterarquia no Alto Rio Negro Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Dia 24/08/2018 - Horário: 14 horas Diálogos Ameríndios – Jaime Mayuruna e Emerson Oliveira (PPGAS/USP) Indígenas nas universidades: Sonho ou realidade? Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Mesa 1 – 27/08/2018 - Horário: 15:00 a 18:00 horas Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. 1- Thiago Magri Benucci – PPGAS/USP - Noticias do Rio Marauiá (Amazonas): Notas sobre uma Assembleia Yanomami (Associação Kurikama) 2·Danilo Silva Guimarães – Psicologia Cultural e Rede Indígena IP- USP.  3- Sassa Tupinambá - GT Indígena do Tribunal Popular e Capisp – Comissão de Articulação dos Povos Indígenas de SP. Povos Ameríndios e a Política do Bem Viver Debatedor: Lê Gon – Estudante da Letras e Levante Indígena da USP. Coordenação: Shisleni Oliveira Macedo PPGAS/USP Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Dia 31/08/2018 - Horário: 10 horas CEstA Intempestiva – Eduardo S. Nunes (UFOPA) A cortina de água e os cupinzeiros na estrada: comentários sobre cosmografia e perspectiva a partir do caso karajá Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver. Local: Departamento de Antropologia - Sala 14 Dia 31/08/2018 - Horário: 14 horas CEstA Intempestiva – Marcus Vinícius Schmidt (PROCAM/USP) Incêndios florestais e as mudanças ambientais na percepção dos índios do Xingu – Ikpeng, Waujá e Kawaiwete Agosto Indígena 2018: Povos Indígenas e a Política do Bem Viver.    Transmissões via youtube:   LANÇAMENTO Agosto Indígena 2018 - MESA 02 dia 10 de agosto as 15hhttps://youtu.be/nMBUTPFk9As Agosto Indígena 2018 MESA 01 dia 27 de agosto de 2018 as 15hhttps://youtu.be/GW5sSEM2TrU Agosto Indígena 2018 MESA 03 dia 15 de agosto 15hhttps://youtu.be/Oo6AuNMMuc8 Disputas fraternas: poder, hierarquia e heterarquia no Alto Rio Negro dia 17 de agosto as 14hhttps://youtu.be/pC_YASqCkdA Indígenas nas universidades: Sonho ou realidade? dia 24 de agosto as 14hhttps://youtu.be/kbiACR_hUf8 A cortina de água e os cupinzeiros na estrada dia 31 de agosto as 10hhttps://youtu.be/eu2KGpg8M8s Incêndios florestais e as mudanças ambientais na percepção dos índios do Xingu dia 31 de agosto as 14hhttps://youtu.be/yW4jK7Zx5Qs CEstA - Centro de Estudos Ameríndios Rua do Anfiteatro, 181, Colmeia - Favo 8 Cidade Universitária Site: www.usp.br/cesta
Sala 14, Ciências Sociais, FFLCH
Sexta do Mês de Agosto: Museus, Arte e Antropologia Lux Boelitz Vidal (USP) Lilia Moritz Schwarcz (USP) Mediação Júlia Vilaça Goyatá (PPGAS/USP) Dia 29/8, quarta-feira, às 14h, na sala 24 do Prédio das Ciências Sociais e Filosofia da FFLCH-USP.
Prédio de Filosofia e Ciências Sociais, prédio do meio, sala 24
O GRAVI e o LISA convidam para exibição do filme e conversa com o diretor   Mattijs van de Port é um antropólogo visual da Universidade de Amsterdã. Knot and Holes é um ensaio sobre a vida cultural das redes. Filmado no Recôncavo da Bahia, é tudo menos um filme etnográfico no sentido clássico da palavra - é a exploração do que se torna a teoria quando articulada no cinema.   Mattijs van de Port is a visual anthropologist at the University of Amsterdam. Knot and Holes is an essay film about the cultural life of nets. Shot in the Bahian Recôncavo, it is anything but an ethnographic film in the classic sense of the word, but an exploration of what becomes of theory when articulated in film.   Aguardamos todos e todas!
Auditório do LISA. Rua do Anfiteatro, 181 - Cj. Colmeia, favo 10. Cidade Universitária, São Paulo, SP
Abertura do ciclo "Todo Sexo é Político", com a palestra do Prof. James Green, "A vida extraordinária de Herbert Daniel", 15 de agosto, 15h, Prédio de Filosofia e Ciências Sociais, sala 101.
Prédio de Filosofia e Ciências Sociais, sala 101