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Local: LISA - Laboratório de Imagem e Som em Antropologia - Rua do Anfiteatro, 181, colmeias, favo 10 - USP Organização:Núcleo de Antropologia, Performance e Drama – NAPEDRANúcleo de Cultura e Extensão em Artes Afro-Brasileiras da USPLaboratório de Imagem e Som em Antropologia – LISA PROGRAMAÇÃO: quarta-feira, 28, tarde, 14h 1 Um relatório para a academia: o macaco de Kafka John C. Dawsey (Napedra/PPGAS/USP) 2“Vento que dá na vela": técnica e performance dos pescadores da Vila de Matarandiba (BA) Renata Freitas Machado (Napedra/PPGAS/USP) 3 O que nos contam na Transxingu? Carlos Gimenes (Napedra/PPGAS/USP) 4 Aparições em Ceilândia: notas sobre a mise en scène de Era uma vez Brasília (2017) João Paulo Campos (Napedra/PPGAS/USP) quinta-feira, 29, manhã, 9h30 1 Terreiro-corpo: um projeto macumbado Carolina Abreu (Napedra/PPGAS/USP) 2 O corpo da antropóloga: reflexões para uma etnografia mestiza Silvana Nascimento (PPGAS/USP; Grupo de Pesquisa em Etnografias Urbanas – Guetu/UFPB; Núcleo de Direitos Humanos e da Cidadania/UFPB) 3 Entre flores e assentamentos: (re)pensando natureza e cultura com Rosana Paulino e Michael Taussig Adriana de Oliveira Silva (Napedra/PPGAS/USP) quinta-feira, 29, tarde, 14h 1 A esfinge do trabalho-obra: uma introdução à filosofia instaurativa de Étienne Souriau Renato Jacques de Brito (PAM/PPGAS/USP) 2 Uma nova antropologia? Unidade crítica e arranjo interdisciplinar no Trabalho das Passagens André-Kees Schouten (Napedra/PPGAS/USP) 3 Nobres subversivos: possível debate sobre performance de gênero nas escolas de samba Felipe Gabriel de Castro Freire Oliveira (CERN/LabNAU/PPGAS/USP) sexta-feira, 30, tarde, 14h 1 Partituras no armário: composição musical e homossexualidade Rafael da Silva Noleto (Ciências Musicais/UFPel; LabNAU/PPGAS/USP) Sarau
Auditório do LISA / USP - Rua do Anfiteatro, 181, favo 10.
O GRAVI convida para a palestra da Pós-doutoranda em Antropologia (USP) e doutora em Artes (UFMG) Carolina Junqueira: PESQUISAR, VIAJAR, PEREGRINAR: UM RELATO SOBRE AS PAISAGENS DE DENTRO E DE FORA NA BUCA POR AQUILO QUE RESTA Uma longa viagem se encerra, um ciclo pelas quatro estações. Os percursos que empreendemos pelo mundo são montagens de um mapa que inventamos, de sentidos que atribuímos aos lugares e à nossa própria busca. Eu busco o que resta, os traços dos mortos na paisagem. Todos os lugares interagem entre si dentro do corpo do viajante. A viagem como modo de vida, a pesquisa como modo de vida. Peregrinar: ir em direção, ir até lá, para ver, ver o que muitas vezes não é dado a ver. Ir porque é preciso que alguém vá, que alguém veja. Que alguém volte e conte. Local: Auditório do LISA/USP - Rua do Anfiteatro, 181, favo 10 Horário: 14h30
Auditório do LISA / USP - Rua do Anfiteatro, 181, favo 10.
Local: Livraria da Vila: Alameda Lorena, 1731. Jardim Paulista - São Paulo (SP) Informações: (11)3062-1063 A Com-Arte - Editora Laboratório do Curso de Editoração e a Livraria da Vila convidam para o lançamento do livro A SOCIOLOGIA ENRAIZADA DE JOSÉ DE SOUZA MARTINS - Fraya Frehse (Organizadora)
Livraria da Vila: Alameda Lorena, 1731. Jardim Paulista - São Paulo (SP)
Na literatura internacional a África do Sul, Moçambique e Brasil são países que raramente compõem projetos comparados de pesquisa. O objetivo deste seminário é investir nas interconexões (explícitas ou fruto de ações em rede) entre diferentes países do chamado eixo “sul-sul” que possuem histórias conectadas, mas que não são ex-colônias ligadas a uma mesma lógica imperial, racial e de gênero. Todos países que enfrentam os limites de suas recentes democracias. Mesmo sendo contempladas, não serão apenas as diferenças de lugar e ação do império português, britânico ou mesmo holandês o foco direto desta proposta.  Em face de um quadro bastante complexo da situação atual de Angola, Moçambique, África do Sul e Zimbábue, o evento pretende discutir impasses de várias ordens nesses países da África Austral, tendo o Brasil como contraponto ora explícito ora implicitamente, situando-os historicamente, ao mesmo tempo em que, a partir das pesquisas levadas a efeito por intelectuais africanos e brasileiros, se buscará refletir sobre as formas de ultrapassar os desafios e apresentar perspectivas. O mote do seminário é a apresentação dos resultados do projeto de pesquisa internacional financiado pelo Edital Pro-África/CNPq, intitulado “A Vizinhança nas entrelinhas: alianças e conflitos, trocas (des)iguais e cooperação entre Moçambique e África do Sul”, e está sendo realizado em parceria com pesquisadores do CEA/USP, PPGAS/USP, NUMAS/USP e o SESC/SP.  Local: FFLCH/USP - Prédio das Ciências Sociais - Salas 8 e 24. PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI
FFLCH/USP - Prédio das Ciências Sociais - Salas 8 e 24
Local: Auditório do LISA Rua do Anfiteatro, 181 Cj. Colmeias favo 12 Cidade Universitária - SP Anthropology of memory: The monument to the Soviet Army in Sofia in step with the time Dr Daniela Koleva, associate professor, Sofia University Drawing on Michel de Certeau’s concepts of strategies and tactics in the urban space, I shall tell the story of the transformation of the monument to the Soviet Army in downtown Sofia from a solemn site of memory (lieu de mémoire) to a site of conflicting narratives of the past, political contest, civic activism, subcultural creation and, in some sense, to a non-place (non-lieu). I will be specifically interested in the attempts at appropriation of the site by various actors and the dynamics of those appropriations in the past few years. Based on this case, I will try to formulate broader conclusions relevant for the anthropology of memory. ________________________________________________________________ Daniela Koleva holds a PhD in Sociology from Sofia University. She is associate professor at the Department for History and Theory of Culture, Sofia University, member of the Academic Board of New Europe College, Bucharest and of the Advisory Board of the Institute for the Study of the Recent Past, Sofia. Her research interests are in the fields of oral history and anthropology of socialism and post-socialism, biographical and cultural memory, politics of memory and heritage, gender, social constructionism. She has published a monograph on the ‘normal life course’ in socialist Bulgaria and a number of book chapters and articles in peer-reviewed international journals. She is the (co)editor of 20 Years after the Collapse of Communism: Expectations, Achievements and Disillusions of 1989 (2011), Negotiating Normality: Everyday Lives in Socialist Institutions (2012, pb Routledge 2017), Ageing, Ritual and Social Change: Comparing the Secular and Religious in Eastern and Western Europe. (Ashgate, 2013), From Literature to Cultural Literacy (Palgrave Macmillan, 2014).  Daniela is a member of the editorial advisory boards of the journals Oral History, REGION: Regional Studies of Russia, Eastern Europe and Central Asia, L’Homme: Zeitschrift für feministische Geschichtswissenschaft, Bulgarska Etnologia and the online journal Seminar-BG www.seminar-bg.eu .
Auditório do LISA Rua do Anfiteatro, 181 Cj. Colmeias favo 12 Cidade Universitária - SP
O Laboratório de Imagem e Som em Antropologia, o Laboratorio Ars Videndi - Dispoc Università di Siena, a Scuola di Specializzazione in Beni DEA - Università di Perugia convidam para o   Seminario Internazionae di Antropologia Visiva Período: 29 a 31/10/2018 Local: Siena e Castiglion del Lago Programação completa: clique aqui
Siena e Castiglion del Lago
O Centro de Estudos Ameríndios convida para o nosso evento CEstA Tripla,com Karen Shiratori, Laura Pereira Furquim e Leonardo Viana Bragadebatedor, Fábio Nogueira Ribeiro “O que eles comem?” Reflexões com os Zo’é sobre isolamentoLeonardo Viana Braga Mestre em Antropologia Social PPGAS/USP Assessor do Programa Zo’é PZ/Iepé Os Zo’é, povo tupi-guarani que vive atualmente na região noroeste do Pará, são um povo considerado de “recente contato” pelos órgãos oficiais brasileiros. Ao longo de três décadas de relação com os não indígenas atuais, pouco ou talvez nunca foram levados a pensar diretamente sobre tal caracterização. Tampouco a refletir sobre a situação de “povos isolados” ou em “isolamento voluntário”. Foi somente com a recente mudança estrutural da Funai que se passou a buscar uma relação mais horizontal com os Zo’é, sobretudo em termos de fornecimento de informações sobre os não indígenas e seus modos de pensar e viver. Aí se insere o trabalho do Iepé, colaborando com a elaboração do Plano de Gestão Territorial e Ambiental, PGTA, da Terra Indígena Zo’é. Nesse âmbito, são realizadas algumas conversas mais sistemáticas com os Zo’é a respeito da condição de indígenas em “isolamento voluntário”, buscando transmitir a eles os termos oficiais, mas não só. Com base nesse contexto de interlocução e formação mútua, procuro destacar algumas reflexões dos Zo’é sobre modos de vida distintos do seu, e como esses contrastes fazem conectar aspectos da territorialidade e da alimentação. Nem tudo que reluz é milhoSistemas de cultivo e mobilidade através da Arqueologia AmazônicaLaura Pereira Furquim Mestre em Arqueologia MAE/USP Doutoranda em Arqueologia MAE/USP A Arqueologia Amazônica vem dialogando, desde a sua formação, com um modelo de evolução humana que projeta ao passado as divisões de agrupamentos humanos do presente. Entre um período de grupos nômades vivendo da caça e coleta ao de grupos sedentários vivendo da agricultura intensiva, haveria um longo Estágio Formativo, no qual as bases materiais para que a “neolitização” da Amazônia ocorresse são formadas. Nos últimos dez anos de pesquisa, porém, alguns dos principais “kits” arqueológicos em que tal divisão se baseou vêm sendo desfeitos, tais quais aqueles que unem a produção de artefatos líticos lascados identificados em ocupações efêmeras aos primeiros, e aqueles que unem a produção cerâmica à grandes sítios com solos antropogênicos (principal sinal de sedentarismo) aos segundos. A arqueobotânica e a zooarqueologia (especialidades que se debruçam sob a relação das pessoas entre si através dos mundos vegetal e animal) têm trazido novos e interessantes dados que nos possibilitam borrar a fronteira da “necessidade” e da adaptação ambiental, e olhar com mais atenção às estratégias de cultivo, manejo e mobilidade no passado. Alguns sítios arqueológicos, como o sambaqui Monte Castelo e Tucumã, foram freqüentemente associados à grupos com alta mobilidade, mas vêm apresentando sinais de práticas de cultivos perenes como o milho. Outros, como o Sol de Campinas do Acre, vêm sendo relacionados à grupos “complexos” e sedentários, porém sua estratigrafia aponta para uma construção do espaço em etapas espaçadas, indicando sua reocupação ao longo do tempo. Deste modo, serão utilizados alguns estudos de caso de distintos períodos da ocupação humana na Amazônia, a fim de promover uma fertilização do pensamento arqueológico no que tange à: relação entre plantas cultivadas, manejadas e domesticadas; processos de mudança nas estratégias de cultivo em sítios multicomponenciais; relação entre solos modificados e cultivo; e alguns apontamentos iniciais sobre mobilidade humana. Against the grain:Cosmologia vegetal, isolamento e contato no médio Purus (AM)Karen Shiratori Pesquisadora do CesTa/USP Pós-doutoranda do DA/USP Tomando como ponto de partida o episódio de um "falso contato" dos Hi-Merimã, povo indígena em isolamento que habita a região do médio Purus (AM), e a reação de seus vizinhos Jamamadi, esta apresentação propõe-se, por um lado, refletir sobre as perspectivas nativas acerca dos processos de "contato" e de "isolamento", bem como a política adotada pelo Estado destinada a povos isolados e, paralelamente, analisar a centralidade cosmológica atribuída ao universo vegetal, em especial, a pregnância prático-simbólica das plantas cultivadas e de certas palmeiras e árvores pelos povos de língua madi. Para tanto, abordo elementos da cosmologia e da escatologia vegetal Jamamadi e apresento o caso do manejo da palmeira patauá (Oenocarpus bataua) pelos Hi-Merimã, dada sua importância para o seu modo de vida e por servir de contraponto à perspectiva Jamamadi inconformada com a errância de seus parentes isolados. Neste contexto, pensar contato e isolamento é indissociável de uma reflexão sobre o lugar das plantas na socialidade destes povos, assim como dos conhecimentos e práticas agrícolas e de antidomesticação associados a seus modos de vida. Desta feita, destaco as indagações que orientarão esta apresentação: 1. Por que no episódio do "falso contato" os Jamamadi se preocuparam eminentemente em levar seus cultivares para os Hi-Merimã e o que isso nos diz sobre suas concepções sobre o isolamento e o contato? Esta questão se desdobra e anuncia a seguinte: 2. O equacionamento entre agricultura e sedentarismo em imagens preconizadas como ideais pelos Jamamadi seria radicalmente antagônico ou inconciliável às práticas de manejo não agrícolas desinteressadas na domesticação expressas no modo de vida Hi-Merimã? Sugestões de leitura: Gow, Peter. Me deixe me paz Sobre o filme "A história de sobrevivência dos últimos índios Piripkura": https://www.youtube.com/watch?v=dwSItos3bgs
sede do CEstA, Rua do Anfiteatro 181 - favo 8
Restaurante Majâz. R. Fortunato, 88 - próximo ao metrô Santa Cecília. São Paulo - SP
O Instituto de Estudos Avançados e a Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência irão realizar o diálogo "A Cena Teatral Que Ecoa das Periferias" no próximo dia 22 de outubro, às 14h, na sala Alfredo Bosi do IEA-USP. Trata-se do terceiro encontro do ciclo Centralidades Periféricas, cujo objetivo é promover o diálogo sobre democracia, artes e saberes plurais entre acadêmicos, artistas, intelectuais e ativistas das periferias brasileiras. Esta é uma das formas que procuramos para estimular interações que contribuam para aproximar a universidade e as periferias, reconhecer suas produções e ampliar os meios para a maior representação dos sujeitos e experiências periféricas na Universidade de São Paulo. Deste encontro sobre teatro participam Cell Dantas (Bando de Teatro Olodum, BA), Edson Paulo (Buraco d'Oráculo, SP), Fernando Yamamoto (Clowns de Shakespeare, RN), Adriano Mauriz (Pombas Urbanas, SP) e Carolina de Camargo Abreu (Napedra - USP). Este diálogo dá sequência aos anteriores, que trataram da literatura periférica e das artes visuais. Ainda estão previstos encontros sobre cinema, fotografia e dança. INSCRIÇÃO PRÉVIA NESTE LINK. Mais detalhes sobre o encontro em nosso site: e.usp.br/cio.
Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Butantã, São Paulo
Considerado um dos fundadores da antropologia moderna, Claude Lévi-Strauss foi um intelectual cujos objetivos eram compreender o caos do mundo e propor alguma ordem para a sua interpretação. Crítico da mundialização e da explosão demográfica na segunda metade do século XX, ele conciliava o humanismo de suas teorias à sua preocupação com o empobrecimento das diversidades culturais. Haverá bate-papo com a antropóloga Marta Rosa Amoroso sobre a biografia de um dos antropólogos mais influentes do seu tempo, um pensador que enxergava na diversidade cultural um dos maiores bens da humanidade De Emmanuelle Loyer Ed. Sesc
Alameda Lorena, 1731 - Jardim Paulista São Paulo, São Paulo 01424-002 Brasil