Eventos

O Laboratório de Arqueologia dos Trópicos do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo convida para o simpósio: RELAÇÕES PRETÉRITAS ENTRE OS ANDES E A AMAZÔNIA: NOVAS IDEIAS SOBRE UM ANTIGO DEBATE 10:30 – Débora Leonel Soares (Programa de Pós-Graduação em Arqueologia, MAE-USP) “Haciendo hablar los huacos: curanderismo, huaqueo e patrimônio arqueológico na costa norte Peruana”, 11:00 - Eduardo Natalino dos Santos (Departamento de História, FFLCH-USP) "Espaço-tempo e agentes nas cosmologias e histórias ameríndias dos Andes Centrais" 11:30 – Luís Cayón (Departamento de Antropologia, Universidade de Brasília) “Cacicazgos? Sistemas regionales? Una mirada amazónica sobre los Andes orientales colombianos”. 12:00 – Gary Urton (Departamento de Antropologia, Universidade Harvard) “La cosmología radial: un paradigma de asentamientos y centros rituales en los andes y en la amazonía”. 12:30 - Eduardo Góes Neves (Museu de Arqueologia e Etnologia, USP) “Convergências e divergências nas dinâmicas políticas da antiga da América do Sul” 13:00 – 13:30 DISCUSSÃO AS APRESENTAÇÕES SERÃO EM ESPANHOL
MAE- Av. Prof. Almeida Prado, 1466, Sala 3
  O Centro de Estudos Ameríndios convida para o evento: CEstA Intempestiva com Oiara Bonilla (UFF)   Ritual, humor e contra-antropologia paumari do poder Os Paumari, povo indígena que vive na região do médio curso do Rio Purus, no Amazonas, apresentam uma aparente (e curiosa) inversão do esquema ontológico amazônico: parecem preferir se identificar como presas de seus inimigos do que como predadores. Sobreviventes, como diversos outros povos, das ondas de colonização extrativista que assolaram a região, sua sociocosmologia ‘digeriu’ relações entre patrões, empregados e clientes assimilando-as, em alguma proporção, às relações de predação e familiarização. Através da descrição de duas etapas de dois rituais específicos  - o ritual dos alimentos e o ritual de iniciação da moça - procurarei mostrar como, através do humor e da derrisão, os Paumari configuram uma contra-antropologia do poder e da dominação. Artigo recomendado: BONILLA, Oiara. 2016. “Parasitism and subjection: modes of Paumari Predation”. In: M. Brightman, C. Fausto & V. Grotti (eds.). Ownership and nurture : studies in native Amazonian property. New York : Berghann Books, p. 110-132.   Local: Colmeia favo 13B
Colmeia favo 13B
O Centro de Estudos Ameríndios convida para o evento:CEstA Básica com Diego Madi Dias (pós-doutorando PPGAS/USP) Aprender a aprender entre os Guna no Panamá: norma e subjetivação no contexto de uma economia afetiva uxorilocal   A chegada de um recém-nascido é anunciada em Gunayala como o nascimento de um pescador ou de uma coletora de água, cujo virtuosismo no futuro é antecipado pelas mulheres na forma de versos improvisados para acalmar as crianças e fazê-las dormir. As atividades que a criança vai desempenhar no futuro, se ela vai "pensar" nos seus parentes e beneficiá-los com o produto do seu trabalho, esse é o tema básico dos acalantos. As canções para os meninos insistem no fato de que a criança vai para longe, deixando de "pensar" em sua mãe, em suas irmãs e em suas tias. No contexto dessa "economia afetiva", contudo, há meninos que "não vão embora". Eles desenvolvem desde cedo um senso de pertencimento ao universo feminino que é considerado autêntico por seu grupo de residência e pela comunidade onde vivem. Essas pessoas são consideradas omeggid, "parecem mulher": não se casam e permanecem associadas à sua casa natal, onde residem com as mulheres consanguíneas durante a vida adulta. Analisando o cruzamento entre as apelações e o sistema de atitudes em contexto de corresidência, procuro responder neste paper a uma questão que aprendi a formular com Gregory Bateson: como descrever um sistema de modo a incorporar sua tendência à desordem? A comunicação se apoia em um conjunto de acalantos registrados durante meu trabalho de campo em Gunayala (2011-2015). Esse material será utilizado para caracterizar o simbolismo da perda e da separação que podemos encontrar na mitologia, no ritual, na sociologia das trocas cotidianas e na "linguagem da intimidade" expressa pelas canções de ninar. Partindo de uma abordagem "ethológica" (Bateson) do parentesco Guna, isto é, estudando a relacionalidade como experiência “sensível” ou “afetiva”, determinada por "estrutura e estratégia" (Bourdieu; Lévi-Strauss), meu objetivo será de descrever um “sistema uxorilocal” ameríndio a partir das suas potências de modulação da regra, destacando então seu caráter generativo de "autonomia pessoal" (Overing) e "individuação criativa" (Gonçalves). Recomenda-se a leitura deste texto.
Auditório do LISA - Colmeia favo 10
  Convidamos para o lançamento do livro Práticas, conflitos, espaços: pesquisas em Antropologia da Cidade. O professor do Departamento de Antropologia Heitor Frúgoli Jr., junto com Enrigo Spaggiari e Guilhermo Aderaldo são os organizadores desta obra. O evento acontecerá na Taperá Taperá, localizada na Avenida São Luís, 187, 2º andar, loja 29. A entrada é gratuita.
Tapera Taperá
Sexta do Mês: Poéticas da imagem, imagens da memória com Andrea Barbosa (Unifesp) e Carolina Junqueira dos Santos (USP) Mediação: João Campos (PPGAS/USP) Sexta-feira, 26 de abril de 2019, às 10h   A imagem, como objeto do pensamento antropológico, tem alimentado há muito reflexões sobre sua produção, seu estatuto e seu papel na produção de conhecimento em Ciências Humanas. Mais além, tem dado base para debates teórico-metodológicos, seja a partir de outras teorias da imagem, seja no encontro entre o fazer antropológico e a produção de filmes, fotografias, pinturas, desenhos. Nesta *Sexta do Mês*, queremos convidar a todxs para um debate sobre a potência das imagens como formas de pensar os rumos de nossa história, mas também de traduzir outros modos de existência a partir da experiência imagética. Trata-se, antes de mais nada, da possibilidade de reconstruir narrativas periféricas e criar imagens do social que, por vezes, são apagadas de nossa memória. Trata-se também de discutir as implicações político-epistemológicas do uso de imagens na e para a produção antropológica, de forma colaborativa ou não. Por fim, trata-se ainda de pensar através de imagens, do que elas trazem à tona, como fios da memória, do que elas transformam com sua circulação, do que elas fazem.   A Sexta do Mês é um evento organizado pelos estudantes de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP, com apoio do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da FFLCH/USP.
Sala 24 do Prédio das Ciências Sociais e Filosofia da FFLCH-USP
PROGRAMAÇÃO: 23/04 | 10H ÀS 17H | CENTRO DE CONVENÇÕES UNICAMP 23/04 - Unicamp (10h as 17h) Transmissão ao vivo: https://www.foruns.unicamp.br/ https://www.foruns.unicamp.br/eventos/vozes-vegetais-diversidade-contradomesticacao-feminismos-e-historias-da-floresta Manhã 10h-12h Abertura Mesa 1: Biodiversidade e transgênicos Joana Cabral de Oliveira (PPGAS - Unicamp) Regina Aparecida Pereira e Lucimara Rosa de Aguia (quilombo cafundó) Igor Scaramuzzi (doutor em Antropologia pelo IFCH -PPGAS- Unicamp) Fabiana Maizza (UFPE, CEstA-USP) Tarde 14h-18h Mesa 2: Território Luísa G. Girardi ( PPGAS - USP) Miguel Aparicio (Antropologia - UFOPA) Laura Furquim (MAE - USP) Izaque João (pesquisador Kaiowá UFGD) Priscila Ambrósio Moreira (INPA) Encerramento: Laure Emperaire 24/04 | 9H ÀS 18H | AUDITÓRIO ISTVÁN JANCSÓ DA BIBLIOTECA BRASILIANA MINDLIN Transmissão ao vivo: https://www.youtube.com/watch?v=sGRHfuEfgDE Mesa 1:  9h-11h Marta Amoroso (PPGAS-USP, CEstA/USP) Stelio Alessandro Marras (Antropologia IEB/USP) Mario Rique Fernandes (PPGAS/UFAM/Neai) Gilton Mendes dos Santos (PPGAS - UFAM) Mesa 2: 11h - 13h Jera Guarani Dona Maria Rodrigues dos Santos (MST) Júlia de Carvalho Hansen (poeta) Jennifer Watling (MAE - USP) Almoço 13h - 14h Mesa 3: 14h -16h Karen Shiratori (pós-doc DA/USP) Pedro Paulo Pimenta (Filosofia-USP) Guilherme Henriques Soares (PPGAS-UFAM)  Encerramento: Manuela Carneiro da Cunha
Auditório István Jancsó da Biblioteca Brasiliana Mindlin
O Centro de Estudos Ameríndios convida para o nosso evento   VI Conferência Curt Nimuendajú com Tania Stolze   05/04/2019 - 14hs Prédio de Ciências Sociais - Sala 14   "Parecida com os peixes: um relato etnográfico de Belo Monte a partir de um apelo do povo Juruna da Volta Grande do Xingu"
Prédio de Ciências Sociais - Sala 14
Na ocasião dos 40 anos do Centro de Trabalho Indigenista, convidamos a todas e todos para o Seminário "Ação Indigenista: histórico, conjuntura e desafios", nos dias 28 e 29 de março, quando estaremos juntos debatendo com parceiros do movimento indígena e indigenistas cenários e perspectivas da política indigenista brasileira   O Seminário será aberto ao público, não é necessário confirmação. Contamos com sua presença.  
Auditório da Ação Educativa e Prédio de Filosofia e Ciências Sociais da FFLCH
O batismo do Txirin foi realizado na aldeia São Joaquim Centro de Memória, do povo Huni Kuĩ, no Acre, 5 anos após o falecimento do pajé e patriarca da comunidade, Agostinho Ikamuru. Jovens iniciam o aprendizado desse antigo costume utilizado para superar a dor da perda e trazer ânimo e prosperidade para os vivos.
Auditório do LISA - Rua do Anfiteatro, 181 - favo 10
O Centro Universitário Maria Antônia, em parceria com o Cinusp, convida para a pré-estreia do documentário Woya Hayi Mawe: para onde vais?, que acompanha a musicista moçambicana Lenna Bahule entre São Paulo, seu lar adotivo, e Maputo, sua cidade natal. O filme revela sua descoberta de uma nova cena, que combina músicas contemporâneas, tradicionais e artivismo.  DEBATEDORES:JASPER CHALCRAFT, pesquisador do European University Institute, co-diretorROSE SATIKO HIKIJI, professora do Departamento de Antropologia - USP, co-diretoraLENNA BAHULE, musicista moçambicana, protagonista do filme Local: Centro Maria Antônia: Rua Maria Antônia, 258, Vila Buarque. ENTRADA FRANCA
Centro Maria Antônia: Rua Maria Antônia, 258, Vila Buarque