Eventos

A Revista Ponto Urbe, organizada pelo Núcleo de Antropologia Urbana da USP (NAU) convida a todas e todos para o debate "Ludi-Cidade: Carnaval e Engajamentos", tema do III Urbe em Foco. Na oportunidade, faremos o lançamento do novo número da revista (n. 24). O evento é um desdobramento do dossiê intitulado "Especial Carnaval", publicado no 23º número da revista que reuniu textos de pesquisadores de São Paulo, Rio de Janeiro e interior. São participantes da mesa: - Erica Marcia Gorobetz, fundadora, diretora, organizadora e voz do bloco paulistano Vem pro Trem das Onze, Jaçanã. Participante do projeto "Carnaval na Quebrada"; - Gabriela Siqueira do Vale Coelho, organizadora da percussão, mídia e repique do bloco paulistano Vem pro Trem das Onze, Jaçanã. Participante do projeto "Carnaval na Quebrada"; - Ana Paula Barros Franco, colaboradora, divulgadora e tamborim do bloco paulistano Vem pro Trem das Onze, Jaçanã. Participante do projeto "Carnaval na Quebrada"; - Bruno Pereira, doutorando em Antropologia Social (USP), realiza estudos sobre práticas de samba enquanto mapeadoras e promotoras de uma modernidade urbana e social; - Guilherme Varella, doutorando em Direito (USP), gestor cultural, foi Secretário de Políticas Públicas do MinC e chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo; - Lucas Bártolo, doutorando em Antropologia Social (Museu Nacional/UFRJ), estuda a relação entre carnaval e práticas devocionais no subúrbio carioca, ampliando, nos últimos trabalhos, a análise sobre arte e materialidades; - Vinícius Natal, doutorando em Antropologia Social (UFRJ), realizou pesquisa sobre memória e patrimônio e investiga, atualmente, a cena das artes visuais na virada do século XIX para o XX; - Com mediação de Felipe Gabriel Oliveira, mestrando em Antropologia (USP), mestre-sala e pesquisador das formas de transmissão de conhecimento sobre danças no carnaval de São Paulo. O dossiê "Especial Carnaval" (2018) pode ser acessado em: journals.openedition.org/pontourbe Haverá emissão de certificado de participação. Para acessar o evento no Facebook, clique aqui.
Avenida Professor Luciano Gualberto, 315, sala 08

Nesta terça-feira, dia 25 de junho, encerrando o ciclo de programação da exposição "Confidências das imagens na antropologia", em cartaz até 4 de agosto no Centro Universitário Maria Antônia-USP, acontecerão conversas com pesquisadores e exibições de filmes produzidos no Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA/USP):  - às 15h, na Sala Cine Maria Antonia: exibição dos filmes "Era um corpo de mulher...", de Ewelter Rocha (2016, 13 minutos) e de "Tabuluja (Acordem)", de Shambuyi Wetu, Rose Satiko Hikiji e Jasper Chalcraft (2017, 11 minutos). Logo após a exibição "Tabuluja (Acordem)", haverá uma sessão especial de conversas sobre o filme com o artista e co-diretor, Shambuyi Wetu, e com a diretora, Rose Satiko Hikiji (LISA-USP). - às 18 horas, na sala de Exposição Maria Antonia: conversa com Edgar Teodoro da Cunha, pesquisador-expositor da mostra e coordenador do NAIP (Núcleo de Antropologia da Imagem e Performance) da Unesp. A entrada é gratuita.

Centro Universitário Maria Antônia/USP - Rua Maria Antônia, 258/294 Vila Buarque – São Paulo/SP
O Centro de Estudos Ameríndios (CEstA) e o Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA) convida todas e todos para o evento:Diálogos Ameríndios com Odile Joannette (povo Innu) e Odile Eda-Pierre (Wapikoni Mobile, Quebec, CA) Kuei Kuei Wapikoni Mobile: formação audiovisual indígena no Canadá Wapikoni Mobile é um estúdio móvel que promove treinamento e criatividade para jovens indígenas. Sua missão é ampliar as vozes indígenas através do cinema e da música, divulgando seu trabalho no Canadá e no exterior, e atuar como ferramenta de desenvolvimento profissional e transformação social. Desde a sua criação, milhares de participantes de 28 povos diferentes têm colaborado em mais de 1.200 curtas-metragens traduzidos em vários idiomas e ganhadores de inúmeros prêmios e menções em festivais nacionais e internacionais. Wapikoni é uma organização sem fins lucrativos apoiada por vários parceiros privados e públicos. Desde 2017, a instituição também é um parceiro oficial da UNESCO. Realização: CEstA e LISA
Rua do Anfiteatro, 181 - Auditório do LISA - Colmeia, favo 10
Convidamos todas e todos para o colóquio internacional Acervos e práticas de conhecimento: saberes e histórias da antropologia. Seu objetivo é lançar uma reflexão sobre acervos antropológicos, que contribuem para reavermos histórias da antropologia, repensando com elas a própria disciplina, suas práticas e seus procedimentos. Não se trata de realizar uma discussão técnica sobre arquivística, mas de projetar uma reflexão de cunho teórico-metodológico a partir dos arquivos: os usos que deles são feitos e as questões que eles colocam como instrumentos de saber que são, em prol de um debate alargado sobre formas e tecnologias do conhecimento. De 01/07 a 03/07, o evento acontecerá na Sala Villa-Lobos da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na Rua da Biblioteca, 2, Cidade Universitária, em São Paulo/SP. Já nos dias 04/07 e 05/07, os encontros serão no Centro de Pesquisa e Formação do SESC/SP, localizado na Rua Doutor Plínio Barreto, 285, 4º andar, São Paulo/SP. Não é necessária inscrição prévia. A programação completa pode ser acessada aqui. Haverá transmissão on-line do evento através dos links abaixo:Primeiro diaSegundo diaTerceiro dia
Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin e Centro de Pesquisa e Formação do SESC/SP
Heitor Frúgoli Jr., Enrico Spaggiari e Guilhermo Aderaldo, organizadores da coletânea Práticas, conflitos, espaços: pesquisas em antropologia da cidade (Rio de Janeiro, Gramma/Terceiro Nome/Fapesp, 2019) buscarão, neste debate, discutir temas ligados à teoria e à pesquisa em antropologia urbana, tomando as cidades como espécies de contextos totalizantes, assinalados por linhas de força amplamente diversificadas e heterogêneas, em que o enfrentamento etnográfico constitui uma prática decisiva na reconstituição de redes de relações e conexões, dadas a princípio pelos próprios citadinos, em suas relações com equipamentos e artefatos urbanos. Tais práticas buscam captar, do ponto de vista etnográfico, aspectos relevantes da vida urbana, com atenção especial às relações e aos conflitos que se desdobram de situações de alteridade próxima, sem definir categorias apriorísticas, voltando-se, de fato e sob diversos ângulos, para o contexto produzido gradativamente pela própria observação. Tendo como referência a prática de uma etnologia citadina, cujo ponto de partida ocorre no plano da microescala cotidiana, à busca de redes de relações ampliadas, a roda de conversa pretende discutir as especificidades da etnografia urbana nas formas de produção de conhecimento sobre a cidade, bem como aprofundar temas clássicos da antropologia urbana, como territorialidades, sociabilidade, mobilidades e segregação urbana. É necessário inscrição prévia. Mais informações neste link.
Centro de Pesquisa e Formação do SESC/SP - Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar - Bela Vista - São Paulo
Convidamos todas e todos para a conversa Justiça de transição: povos indígenas e a CNV com Edilene Coffaci de Lima (UFPR), Denizom Oliveira (FD-USP), Rafael Pacheco (PPGAS-USP) e Fabiano Atenas Azola (PPGAS-USP).
Avenida Professor Luciano Gualberto, 315, sala 24 - Prédio das Ciências Sociais/FFLCH
O Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA-USP) convida todas e todos para a exibição do filme Woya hayi mawe: para onde vais?, produzido por este laboratório, na 11ª edição do Festival In-Edit Brasil. Dirigido por Rose Satiko Hikiji e Jasper Chalcraft, com edição de Ricardo Dionísio, este filme retrata a cantora moçambicana Lenna Bahule entre o ativismo e o palco, entre a África imaginada que o Brasil espera nela encontrar, e o cosmopolitismo brasileiro que São Paulo lhe imprime. Em seu percurso, Lenna também volta a Moçambique e redescobre seu país com novos olhos: há uma reconexão dela com suas raízes ancestrais permitindo que olhe, uma vez mais, para o futuro. O filme resulta de pesquisa desenvolvida junto ao Projeto Temático O Musicar Local (FAPESP 2016/05318-7). No dia 15/06, às 20h, a sessão acontece no Centro Cultural São Paulo (CCSP), sala Spcine Lima Barreto. Ela será seguida de debate com a diretora, Rose Satiko Hikiji e a cantora Lenna Bahule. Já a segunda exibição, dia 22/06, às 18h, na Matilha Cultural será seguida de pocket show com Lenna Bahule, às 19h. As exibições e atividades relacionadas ao filme serão gratuitas. Aqui você pode ver um teaser do filme.
Centro Cultural São Paulo e Matilha Cultural
O Centro de Estudos Ameríndios convida para o evento:CEstA Intempestiva com Isabel Martinez (UNAM - México)Visões nativas de uma história compartilhada: o caso dos rarámuri da Sierra Tarahumara, México Há mais de vinte e cinco anos, Manuela Carneiro da Cunha organizou o livro História dos Índios no Brasil (Carneiro da Cunha, 1992). Do ponto de vista desta antropóloga, o direito a essas histórias próprias era fundamental na medida em que a posse da terra no Brasil derivava de uma situação histórica. No México, durante os últimos trinta anos, a produção acadêmica dessas histórias indígenas foi tendencialmente marcada pelo peso da história nacional e, portanto, pela história pré-hispânica e da etnografia articulada com os projetos de desenvolvimento nacional. Qual o papel dos antropólogos e, particularmente, dos historiadores, na construção, reconhecimento e fortalecimento das histórias ameríndias no México? O que precisamos para adotar o ponto de vista desses povos sobre a história compartilhada? Além do trabalho político de alguns colegas e intelectuais com os movimentos sociais indígenas, como poderíamos problematizar as condições de produção de conhecimento e do ponto de enunciação sobre as histórias desses povos? Como podemos contribuir para a existência afirmativa e política das outras histórias, entendidas como correlatos de outras realidades diversas entre si, e da autonomia ontológica de outros povos? O objetivo desta palestra é mostrar que a produção de metodologias interdisciplinares é uma ferramenta eficaz para abordar essas questões. Inspirada no projeto elaborado por Manuela Carneiro da Cunha e nas formulações sobre a teoria nativa e a teoria etnográfica, desenvolvidas nas últimas décadas no campo da antropologia, será apresentada a metodologia co-criada junto com os rarámuri ou Tarahumara que moram no norte do México e que em 2015 eram aproximadamente 75.000 falantes. Intitulada “mirada nativa”, esta proposta pretende abordar conceitos e experiências históricas ameríndias produzidas em conjunto com atores estatais e registrados em um campo de conflito e negociação comum. Sugere-se a leitura deste e deste texto. Sobre a imagem do cartaz: exemplo de testes pedagógicos aplicados pelo Instituto Nacional Indigenista nas escolas preparatórias da Serra Tarahumara, México, ano letivo de 1953-1954.
Auditório do LISA - Rua do Anfiteatro, 181 - Colmeia favo 8
Mestre sambadeira de respeito e estilo, Dona Aurinda vem visitar o Núcleo de Artes Afro-brasileiras para uma vivência de resistência, doação e transmissão de saberes tradicionais e culturais. Começou a sambar desde criança junto com o irmão que marcou a capoeira e o samba na Ilha de Itaparica, o Mestre Gerson Quadrado. Iniciada no Candomblé, é dotada de uma memória maravilhosa, canta muitos sambas da região, toca prato e faca, instrumento característico do samba de roda, com muita disciplina e sabedoria. Ao final, algumas comidinhas que o pessoal do Núcleo sempre leva para partilharmos.   O evento acontecerá no Núcleo de Artes Afro-brasileiras, situado na Av. Professor Lúcio Martins Rodrigues, travessa 05, bloco 28.
Av. Professor Lúcio Martins Rodrigues, travessa 05, bloco 28
O Laboratório do Núcleo de Antropologia Urbana convida: Diálogos com a antropóloga Márcia Longhi (UFPB)Cuidado, autonomia e espaço: ponderações sobre a dimensão pública do envelhecimento O grupo de pesquisa Cóccix, estudos de corpocidade do LabNAU, receberá Márcia Longhi (UFPB). Tendo como foco o envelhecimento, a proposta da apresentação é dialogar com as categorias 'Cuidado', 'Autonomia' e 'Espaço', a partir de dois diferentes contextos: uma etnografia realizada numa comunidade no município de Lucena (PB) e uma pesquisa em andamento em um condomínio para idosos. Márcia Longhi é professora associada do departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal da Paraíba, pesquisadora do GRUPESSC - Grupo de Pesquisa Sociedade, Saúde e Cultura /PPGA  e do do FAGES - família, gênero e sexualidade/UFPE.
Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 - Butantã, São Paulo - Sala 22